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05.08.08

por Andrea Vialli, Seção: Cenários e tendências, Comportamento, Consumo 01:47:38.


(Acima, uma das campanhas da canadense Adbusters)

Para eles, menos é mais. Para além do 'consumo verde' (assunto do post anterior), cresce a força de grupos sociais que estão simplesmente reduzindo o ritmo das compras. Na esteira de movimentos ambientalistas, anti-globalização e pró-direitos dos animais, entre outros, os grupos anti-consumismo ganham força a partir do fortalecimento das ONGs e da profusão das redes sociais na internet.

Um exemplo interessante é o grupo canadense Adbusters (literalmente caçadores de anúncios), fundado em 1989. O grupo, que hoje mantém um website e edita uma revista com tiragem de 120 mil exemplares, ficou conhecido por parodiar anúncios publicitários com uma mensagem anti-consumismo. Em 1992, idealizou o Buy Nothing Day (Dia sem Compras), onde as pessoas são convidadas a passar ao menos um dia sem comprar nada - a idéia é promover uma reflexão sobre o peso que o consumo tem no estilo de vida contemporâneo.

Nos anos 90, o movimento Downshifting, também conhecido como Simplicidade Voluntária passou a ganhar adeptos a partir dos livros de autores como Duane Elgin e Vicki Robin. A idéia principal é assumir um estilo de vida propositalmente mais despojado, com menos coisas e com um retorno à vida em comunidade. "Não é para deixar de comprar. E sim deixar de buscar a felicidade nas compras", diz Vicki. A idéia já tem adeptos no Brasil, com uma profusão de sites sobre o tema.

A radicalização do conceito levou gente como o americano Colin Beavan a abrir mão dos confortos do cotidiano em troca de ser um 'homem sem impacto'. Em seu blog, No Impact Man, ele conta tudo sobre as dificuldades enfrentadas por ele e sua família ao tentar levar a vida sem plástico, papel higiênico e cortando pela metade o consumo de energia. Vai virar livro e filme.

Há ainda os curiosos freegans, que se auto-intitulam os 'anarquistas verdes'. A idéia aqui é levar uma vida 'free', em todos os aspectos: tudo o que 'consomem' deve ser de graça. Móveis e outros utensílios podem ser conseguidos a partir do descarte alheio ou de endereços com o www.freecycle.org - onde itens são ofertados de graça. Até sua alimentação um autêntico freegan consegue assim, nem que seja revirando a lata de lixo das casas mais abastadas...

Crise
"À medida que ficam mais claras as relações entre o ato de consumir e a sustentabilidade do planeta, as pessoas tendem a rever seus conceitos. Mas é um processo lento, de educação", diz Hélio Mattar, que no Brasil dirige o Instituto Akatu, ONG que dissemina o conceito do consumo consciente.

E não vão faltar argumentos. "A capacidade de reposição do planeta é simplesmente insuficiente para satisfazer, de uma forma sustentável, as ambições da China, Índia, Japão, Europa e Estados Unidos, bem como as aspirações do restante do mundo". O veredicto, dado pelo relatório "O Estado do Mundo" (The State of the World) da ONG Wordwatch Institute, serve para ilustrar as implicações do consumo excessivo para o futuro da humanidade - se sistemas menos impactantes ao ambiente e às pessoas não se difundirem nos próximos anos.

Só os EUA são responsáveis por 25% do consumo de energia elétrica no mundo e por 30% do lixo gerado. Isso com cerca de 5% da população da Terra. O tema é explicado de forma didática e até bem-humorada (sim, é preciso) nesse vídeo da Tides Foundation, dos EUA. Partindo de um objeto de desejo atual, o iPod, a apresentadora Annie Leonard mostra o lado absurdo do modelo atual de produção e consumo de massa, que ganhou força nos pós-Guerra.

Boicotes
Com a internet, os grupos se tornam redes e os movimentos ganham mais dimensão, a ponto de se pressionar as corporações. Um outro link interessante é a lista de empresas 'boicotáveis' do site Ethical Consumer, do Reino Unido. Com base em reportagens da própria revista, foi feito um levantamento das fragilidades das grandes empresas. Aí estão até mesmo ícones como a marca de cosméticos The Body Shop. Após sua venda para a gigante L'Oreal, a The Body Shop não estaria mantendo seus antigos pilares, como a não-aplicação de testes em animais e seus programas de comércio justo com comunidades pobres da África. Coca-Cola, Toyota, Procter&Gamble e mesmo a China também figuram no ranking entre os dignos de boicote.

 

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Comentários:

Comentário de: Alberto [Visitante]
05.08.08 @ 06:21
Excelente texto, atual e esclarecedor, muito melhor que o anterior. Os americanoe eram conhecidos como grandes consumidores, agora notabilizam-se como os grandes caloteiros da humanidade, devem até as calças mas continuam indo aos shoppings com seus cartões de crédito.
Comentário de: Alberto [Visitante]
05.08.08 @ 06:22
Excelente texto, atual e esclarecedor, muito melhor que o anterior. Os americanoe eram conhecidos como grandes consumidores, agora notabilizam-se como os grandes caloteiros da humanidade, devem até as calças mas continuam indo aos shoppings com seus cartões de crédito.
Comentário de: José Lima [Visitante]
05.08.08 @ 18:04
Isso pode estar relacionado com a mudança eleitoral nos EUA. O gigante consumista começa a admitir outra forma de vida. E a se desapegar das velhas oligarquias da política, sempre ligadas ao sucesso dos negócios, vendas e consumo. Se avançar por esse caminho, ficará mais perto do relacionamento com o mundo dos pobres e despojados. Para nós brasileiros será cruel, justamente no momento em que acertarmos o passo com o desenvolvimento, tal como ele vem sendo sonhado, à base do volume de negócios e sem considerar os níveis de bem estar e satisfação humanos, o modelo sai de linha e temos de voltar aos costumes dos nossos antepassados. Não é à toa que a Universidade do Amazonas, mediante escavações, pesquisa povos que viveram em outras eras no território do estado, dentre outros motivos, para encontrar fórmulas de lidar com os recursos naturais, considerados melhores que os de hoje em termos de preservação.
Comentário de: José Carlos [Visitante]
05.08.08 @ 22:24
Essas idéias merecem ser mais divulgadas, para que mais pessoas tenham conhecimento.
Eu acho que o consumo desnecessário torna a própria pessoa que consome mais infeliz e mais egoista. A gente sente-se melhor consigo mesmo quando consome só aquilo que precisa e não aquilo que as marcas impõe.
Parabéns Andréa, pelo assunto - em boa hora.
Comentário de: Daniel Brandão [Visitante] · http://www.beradero.blogspot.com
05.08.08 @ 22:49
ótimo texto. abrangente de vários movimentos, excelentes idéias e dicas. parabéns.
Comentário de: JÚNIOR NUNES [Visitante]
05.08.08 @ 23:20
SEGUINTE, SOU EMPRESÁRIO DE JOGADORES DE FUTEBOL E ESTOU REALMENTE MUITO PRECISADO DE UM CRYSLER 300C 2009(169 MIL REAIS) E DE UMA MOTO VARADERO 1000CC 2009(60 MIL) SE VCS ABRIREM MÃO DE UNS DEZ MIL CADA UM QUE O PAI DOS MAURICINHOS E PATRICINHAS GANHAM DE MESADA POR ANO, TRANQUILO QUE DÁ PARA VCS ME PRESENTEAREM COM ESSAS DÁDIVAS DO CAPITALISMO MODERNO! AGRADEÇO DESDE JÁ A ESTE ATO D FÉ E FRATERNIDADE CRISTÃ!
PS.: AO VIR ME ENTREGAR OS PRESENTES OU SUA GENEROSA E BEM VINDA OFERTA, PASSA NA PIZZZARIA E PEDE UMA PIZZA DE ALICHE E UMA REFRI 5 LITROS COM DOIS BOLINHOS E UMA SACOLA DE JUJUBA !
Comentário de: Dr. José Carlos Penteado [Visitante]
06.08.08 @ 07:47
Um campanha muito boa, bem esclarecedora com méritos.....a foto da campanha é sensacional, muito bem produzida
Comentário de: Eduardo de Paula [Visitante]
06.08.08 @ 08:13


Que alegria ao encontrar esta notícia! Sou "less is more" há muito tempo. Vou ficar alerta a estes movimentos.
Comentário de: Pedro Reis [Visitante] · http://www.farolcomunitario.com.br
06.08.08 @ 08:25
Olá Andrea, Bom Dia

Muito legal o seu blog, mas é pena que ele não apareça na lista de blogs, nem possa ser incluído no "meu estadão". Eu me empenho todo dia para reduzir minha pegada no planeta. Não é tarefa das mais fáceis, mas é altamente compensador.

Valeu
Comentário de: Aparecido Rodrigues [Visitante]
06.08.08 @ 08:57
Precisamos divulgar todas essas iniciativas para ganharmos o coração das famílias. A sociedade baseada na Educação e na Solidariedade tem mecanismos para ganharmos do capitalismo.
Não é possível que 10 grandes grupos economicos possam destruir um Planeta com 7 bilhões de pessoas, uma Amozonia, e trilhões de especies vivas, todas maravilhosas.
Comentário de: João Pedro [Visitante]
06.08.08 @ 09:12
Pode ter certeza que este movimento está vendendo algo - livros, camisetas, anúncios, alimentos meio alternativos (que são mais caros!)...
Comentário de: Milton Nogueira [Visitante]
06.08.08 @ 09:18
Que tal deixarmos de comprar carro, o grande emissor de gas carbonico e cuja producao consome minerios, agua, energia para produuzir aco, metais, plastico, borracha, vidro.
Comentário de: Alexandre [Visitante]
06.08.08 @ 09:26
Vale lembrar que:
*esta nova massa consumidora não vai querer nem saber de deixar de comprar, ou consumir sustentavelmente;
*para esta massa devem ser criados e estimulados mecanismos de consumo com menos impacto;
*por conta própria terão a consciência do consumo sustentável daqui a algumas décadas, o que será tarde demais.

Vamos esperar o pessoal que está em Pequim voltar e conhecer as histórias de consumo e seus impactos do ponto de vista brazuca.

Sds.
Comentário de: heron [Visitante]
06.08.08 @ 10:01
É preciso medir as palavras quando se tem um espaço aberto como este, que os americanos são consumistas e endividados isto é certo, mas dizer que os americanos são os maiores caloteiros da humanidade, como disse o Alberto acima, é uma grande estupidez, caloteiro é quem não paga e nisso pode ter certeza que eles tem um histórico muito melhor que o de nós brasileiros.
Comentário de: Fernando Luz [Visitante] · http://ofaltadoquefazer.blogspot.com
06.08.08 @ 10:09
Post interessante e cheio de informações úteis.
PARABÉNS!
Comentário de: Eco-Consciência [Visitante] · http://www.ecoblogconsciencia.blogspot.com/
06.08.08 @ 11:03
Parabéns pelo excelente Blog Andréa. Matéria emergente e pertinente.

Saudações verde!
Comentário de: Marcio Suda [Visitante]
06.08.08 @ 14:38
Venho refletindo sobre este assunto a alguns meses e estou me adaptando a este estilo de vida. As mídias em geral não dão a devida importância para este assunto até porque são pagos por essa mesma máquina que é o capitalismo consumista. Hoje a maioria dos países veneram a econômia americana, e tentam chegar onde eles estão. Já parou para pensar se todos no mundo consumissem como eles? Lembrando que 5% da população mundial (americanos) consomem 25% da energia e produzem 30% do lixo mundial.
Pois é, está na hora de cada um de nós pensarmos com menos egoísmo e cuidar desta casa que infelizmente temos que dividir com os americanos. Se houver um desaquecimento da econômia, e os bancos e grande empresas entrarem em crise, podem me culpar.. pois hoje consumo apenas o indispensável.

Parabéns pela matéria, deveria ser capa e manchete nos jornais, mas infelizmente quem paga os salários dos jornalistas é quem esta por trás da degradação da nossa casa.

Comentário de: Loxlok [Visitante]
07.08.08 @ 03:06
Excelente texto.
Desde 2005 somos adeptos do freeganismo e os resultados são positivos e impactantes em nossas vidas. quem quiser saber mais só procurar o "manifesto freegan" na web.
Abraços e Parabéns!
Comentário de: roberto [Visitante]
07.08.08 @ 06:08
que sacanagem .fiquei uma hora digitando o texto e o 'sistema' disse que eu não tinha digitado o ''código de autorizacão''.sacanagem! fica aqui minha indignação! mesmo assim vai um beijo pra andrea.
Comentário de: Daniel [Visitante]
07.08.08 @ 15:53
Realmente essa cultura esta impregnada no nosso dia-a-dia. Tudo gira em torno de adquirir mais por causa do status estabelicido pela sociedade a partir do quanto temos.
Na verdade o maior problema nao esta em cosumir, e sim, em "sermos mais felizes" quando consumimos. Uma coisa nao depende da outra.
Nosso pais se tornaria muito melhor nao a partir do maior conforto de todos ou maior posse, mas se fosse cheio de pessoas que respeitam as pessoas pelo que elas sao realmente, aprendendo a conviver em comunidade consequentemente.
Parabens pela materia!
Comentário de: Zelmar Antonio [Visitante]
08.08.08 @ 08:09
Serve para refletir aos que tem acesso ao consumo. Consumir tem o seu lado humano e prazeiroso. O mal está em acumular aquilo que não conseguimos consumir. O próprio corpo humano é sinal desta anomalia. Onde há partilha e não há acumulos tudo funciona em harmonia e o consumo leva ao prazer de viver... Teríamos que ter mais organizações que criticassem o acúmulo de riqueza de poucos em detrimento aos milhões dos que nada tem...
Comentário de: Jakob Ibrahim [Visitante]
08.08.08 @ 08:25
Este post complementa o anterior. Ambas ações são necessárias: produtos sustentáveis no lugar de artigos convencionais, menos impactantes ao meio ambiente, economia e sociedade em alguma ou todas etapas do seu ciclo de vida; e a consciência de que é preciso consumir com critérios, mudar hábitos e, inclusive, ter a coragem de assumir que alguns produtos e tecnologias devem ser abandonados e deixados para trás.

É evidente que grande parte das pessoas e empresas que erigiram sua estrutura de vida e ganhos em cima do descartável e do supérfluo não vão aceitar tais mudanças. Não querem perder seus privilégios ou mesmo a rotina da qual já são escravos e que chamam de "conforto". Exs? Uma família de quatro pessoas com quatro carros; ou com quatro computadores; ou com quatro televisores. Algo bastante comum em muitas famílias das classes médias e altas em geral. Poder consumir, tornou-se sinônimo de ser alguém, de ter identidade e de ter "seu espaço". Mais do que segurança real, é a fantasia da segurança psicológica.

Essa mentalidade igualmente permeia as empresas que fornecem para este mercado ávido em gastanças. Mas se hoje todos se dizem "ecológicos" e "sustentáveis", eles também devem sê-lo, pois a "divindade" chamada mercado não pode ser contrariada. Assim, algumas empresas partem para os mais diversos artfícios: mentem descaradamente, dizendo que suas ações e produtos são "ecológicos", criam selinhos vagabundos para se auto-certificar, formam lobbies, fazem terrorismo psicológico, dizem que a humanidade passará fome, que suas tecnologias são indispensáveis (transgênicos), que retornaremos à idade da Pedra etc. etc. etc., dentre outros argumentos absolutamente infantis e sem qualquer sustentação científica, social ou filosófica.

Mas, pelo visto, desta vez não vai adiantar: o impulso global pró-sustentabilidade é cada vez mais forte. È fato, também, que é preciso compreensão com aqueles que desejam mudar e não poderão fazê-lo imediatamente, pois alterar toda uma estrutura de produção e consumo representa um ônus que deve ter um período de adaptação. Portanto, uma das ações mais urgentes, é incorporar critérios de educação sustentável nas corporações e mesmo em nossas vidas. A educação sustentável é um processo holístico que não se restringe apenas aos cuidados com o meio ambiente, mas a tudo aquilo com que nos relacionamos, incluindo a percepção de si mesmo, a reeducação e a auto-educação.

Há diversos links (em inglês) sobre o tema, na Internet.
Comentário de: Jorge Alberto [Visitante] · http://recantodaspalavras.wordpress.com
09.08.08 @ 04:40
A idéia pode parecer original, só que na Grécia Antiga, Diógenes já criticava a sociedade grega que não diferia muito da atual neste quesito da hipocrisia materialista do "Eu sou porque tenho". Sendo assim, praticava o anticonsumismo há quase 2500 anos.

Lembremos que ele vivia numa barrica e usava roupas que pareciam andrajos e a sua filosofia era chamada de cínica (kinikós), pois o cinismo foi uma escola filosófica que pensava a forma do ser humano voltar a ser humano, digamos. Ah, sim. Cínico não tem o sentido que imaginam. Significa à maneira dos cães, isto é, não precisam de materialismo para sobreviverem.

Vale a pena conhecer a história deste personagem da história, que podemos classificar como o primeiro anticonsumista do mundo.
Comentário de: Santa [Visitante]
09.08.08 @ 22:52
Nossa ! Quanta babaquice junta !!!! Vocês se merecem....... kkkkkk
Comentário de: Lislair [Visitante]
10.08.08 @ 18:53
Parabéns, Andrea! Ótimos argumentos para um tema tão emergente!
Comentário de: Antonio Alencar [Visitante]
11.08.08 @ 13:03
Vivo nos EUA, tenho conhecimento practico do despedicio neste pais. E uma aberracao. Nos brasileiros temos condicaoe de liderar um movimento global na area ambiental. E contudo, libertar o ser humano desta lavagem cerebral que prega o consumo como uma forma para se alcancar afelicidade. O brasileiro e um povo de alma senssivel e de grande espiritualidade, e identificando essas qualidades do nosso povo, podemos influeciar-los na busca de um forma de vida mais moderada. Ou melhor, mais simples.
Comentário de: LUIZ [Visitante]
12.08.08 @ 01:01
SEJAMOS OBVIOS E MENOS HIPOCRITAS, ONDE NUM FUTURO BEM PROXIMO AS EXPECTATIVAS DE QUALIDADE DE VIDA SÃO APOCALIPTICAS E AS PREVISÕES DE SUPERPOPULAÇÕES SERÃO TRIPLICADAS SÓ NOS RESTA CRÊR QUE " MAIS, NOS TORNARÁ MENOS". A NESCESSIDADE DE MUDANÇA NO COMPORTAMENTO NÃO É UMA ESCOLHA MAS SIM A UNICA ALTERNATIVA A SER TOMADA POR TODOS NOS .
TODOS AQUELES QUE SE RECUSAREM A ESSA NOVA CONSCIÊNCIA ASSINARÃO SEU PROPRIO " LAUDO DE CAUSA MORTE". AINDA HÁ TEMPO...
Comentário de: Antonio(RJ) [Visitante]
12.08.08 @ 21:10
Artigo nota 10 cara Andrea! Quando o mundo desenvolvido perceber que consumindo apenas o necessário e respeitando a natureza dá lucro, então o mundo dos miseráveis deixará de existir, e estaremos vivendo uma nova era nesta humanidade.
Nós aqui no Brasil poderemos dar o exemplo, e o resto do mundo nos seguirá, inclusive os desmiolados norte-americanos.
Comentário de: Cristiane Barreto [Visitante]
13.08.08 @ 11:04
Muito bom! Também já sou adepta, e acho que só tava faltando mesmo mais divulgação!!! Não custa nada nos re-educar, é melhor pra consciência, pro bolso, pra saúde, pra convivencialidade, pra todo mundo! Sinto muito pelos que não pensam assim.... têm cabeça e visão muito limitados, não conseguem ver o mundo além dos limites da própria casa e do shopping center...
Comentário de: sergio spagnol [Visitante] · http://sergiospagnol@gmail.com
25.08.08 @ 23:24
O mundo só irá mudar, quando os interesses econômicos começarem ser afetados pelas crises
provocadas pelo consumismo, seja pela falta de materias primas, ou até pela redução, gerada pela impotência do consumo.
Até lá iremos continuar assistindo esta hipocrisia humana de consumir por consumir; um circulo vicioso que com certeza nos levará a um retorno.
Mas este retorno não será tão catastrofico, pois a humanidade quando vê que não tem mais saída, aprende e encontrar as soluções.
Comentário de: Maria Becker [Visitante] · http://www.opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=18485&gid=blog
02.09.08 @ 18:05
Adorei o seu post. Também sou adepta do consumo verde, ou melhor, menos é mais, apesar das grandes corporações ainda tentarem nos convencer do contrário! Li uma notícia hoje sobre uma empresa inglesa que lançou uma loja online de produtos verdes. Deixei o link na url! Se é legítima? Só vendo pra crer, eu acho... Bjos!

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Andrea Vialli é jornalista com especialização em sustentabilidade pela Schumacher College, do Reino Unido. Desde 2004 escreve uma coluna voltada para o tema no caderno de Economia&Negócios do Estadão.





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