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29.05.08
Depois de se tornar o maior medalhista olímpico do esporte brasileiro, ganhando cinco medalhas — sendo duas delas de ouro —, Torben Grael decidiu realizar o sonho de todo velejador: participar da regata de volta ao mundo.
No dia 5 de novembro de 2005, Grael embarcou na maior aventura de sua bem-sucedida carreira. Foi nessa data que começou a última edição da mítica regata de volta ao mundo, a Volvo Ocean Race, que ele disputou a bordo de um superveleiro construído no Brasil, o Brasil 1. O ponto de partida foi o cais de Vigo, na Espanha. Nove meses depois, o comandante Torben e sua tripulação cruzavam a linha de chegada da competição, em Gotemburgo, na Suécia, em clima de apoteose.

Em Lobos do Mar, o velejador narra pela primeira vez os detalhes desta aventura. Conta como foram os momentos mais difíceis e emocionantes da competição, quando sete modernas embarcações percorreram mais de 57 mil quilômetros, enfrentando todos os perigos de águas turbulentas. Mares revoltos, acidentes, ondas gigantes, temperaturas extremas. Nesse período, Torben e os outros tripulantes superaram obstáculos de todos os tipos, chegando a ficar cara a cara com a morte em alguns momentos.
“Dali para frente o vento aumentou muito e o mar foi se tornando cada vez mais grosso. Parecia que alguém lá em cima queria testar nossas forças. E, só de pensar naqueles jovens velejando com o corpo de seu companheiro em um saco preto dentro da cabine, eu sentia arrepios. E a cota de tragédias da sétima etapa ainda não estava completa.”, conta o velejador, sobre uma das impressionantes passagens da travessia.
Durante a competição, os sete barcos sofreram graves acidentes e um deles chegou a afundar. Outro viu um de seus tripulantes morrer congelado nas águas do Atlântico Norte. Da criação do Brasil 1 ao pódio, mais do que um raio X de um evento esportivo único, Lobos do Mar é um relato emocionante da luta de um grupo de homens para superar seus limites.
Um trechodo livro, para dar água na boca…
“— O Movistar está afundando!
(...) Quando ouvi isso, imediatamente olhei para os instrumentos do Brasil 1 e meu coração deu um pulo. O vento soprava a quase 50 nós e andávamos a quase 30 nós. Isso em ondas gigantescas e nas proximidades do mais famoso cabo do mundo, que virou lenda justamente por conta dos numerosos naufrágios que aconteceram naquelas águas.
(...) Por sorte, não precisamos dar meia-volta e enfrentar aquele mar titânico para salvar nossos amigos. No entanto, algumas horas depois de cruzar o Horn ficamos sabendo o que realmente havia acontecido com o Movistar. A história que ouvimos era tudo o que qualquer navegador que já tenha passado por aquelas águas não gostaria de viver nem em pesadelo.
Eram 3h15 da manhã do dia 2 quando a tripulação do Movistar foi acordada com o grito que jamais se quer ouvir:
— Abandonar navio! Estamos afundando! — avisou o comandante, acordando a parte da tripulação que estava fora de turno.
Quando os homens pularam de seus beliches e tocaram o chão da cabine, puderam sentir na pele, literalmente, a gravidade do problema. Dentro do barco a água já estava nos seus calcanhares, e pouco tempo depois alcançaria seus joelhos.”
Só mais um trechinho…
“A baía de Chesapeake era um grande desafio. Seriam cerca de 100 milhas (185 km) antes de chegar ao mar, com ventos normalmente fracos, muitos bancos de areia, corrente e linhas de pesca. Por isso mesmo, a perna seria muito tática. De muita ação e de decisões rápidas. Além disso, fora da baía estavam previstos ventos fortes e muito frio até Nova York.
(...) Muita chuva e ventos enlouquecidos de mais de 40 nós testavam nossa bravura. Foi aí que Kiko Pellicano saiu, igual a uma flecha, de dentro do barco gritando:
— Fogo! Fogo! Fogo!
Quando olhamos para dentro da cabine, as labaredas eram enormes. Pensando se tratar de um superaquecimento do motor auxiliar, Horácio o desligou imediatamente. Mas nada de o fogo diminuir. Se fosse um incêndio em uma das anteparas — as paredes do veleiro –, poderíamos até perder o barco todo. Gastamos os três extintores de bordo tentando controlar as chamas e, com o pó químico e a fumaça de carbono altamente tóxica no ar, as coisas estavam se tornando dramáticas. (...)”
Serviço
Título: Lobos do Mar
Autor: Torben Grael
Editora: Objetiva
Preço: R$ 36,90
Páginas: 272
:: Expedição Everest 2008 Sem O2 Suplementar ::
Numa investida bastante sofrida por causa da intensidade dos ventos e do frio, os brasileiros chegaram ao cume do Monte Everest na manhã de terça-feira (27/05).
Por uma questão de segurança já que os ventos estavam muito fortes e as previsões não mostraram nenhuma melhora, Rodrigo Raineri decidiu fazer sua investida ao cume da montanha mais alta do mundo (8.850 metros) utilizando cilindros de O2 suplementares.
Eduardo Keppke e Raineri saíram do Acampamento 4 (8.000 metros) na noite do dia 26 (segunda-feira) e chegaram ao teto do mundo na manhã do dia 27. Rodrigo conta que nunca teve tantos problemas numa escalada.
“O dromedário de água que eu tinha colocado por dentro do macacão para ficar aquecido vazou e a água escorreu pelas minhas costas, pernas e entrou pela bota. Ou seja, congelou tudo”.
Os ventos também dificultaram muito o deslocamento dos alpinistas brasileiros, “foi muito sofrido, os ventos estavam bastante fortes, estava muito frio também. Mas a noite esteve linda e o dia também; o sol nascendo, o sol se pondo, foi fantástico. Uma paisagem deslumbrante durante toda escalada, perfeita!”, finalizou Raineri.
Nesta quarta-feira (28/05) Du Keppke e Rodrigo Raineri retomaram a descida para chegar ao Campo Base (5.300 metros). O retorno dos paulistas ao Brasil está previsto para o início de junho.
Rodrigo Raineri e Eduardo Keppke juntaram-se a Ana Elisa Boscarioli, Vitor Negrete, Mozart Catão (que por erro nosso havia sido omitido anteriormente), Irivan Burda e Waldemar Niclevicz, outros brasileiros que alcançaram o topo do mundo utilizando cilindros de O2 suplementares. Em 2006 Vitor Negrete chegou aos 8.850 metros pela Face Norte (Tibet) de altitude sem usar oxigênio suplementar, mas morreu a 8.300 metros, no Acampamento 3.
Rodrigo Raineri e Eduardo Keppke realizaram sua escalada pela Face Sul (Nepal). Rodrigo faria sua investida ao topo do mundo sem utilizar cilindros de O2 suplementares, mas por segurança optou por subir com os cilindros, do mesmo modo que seu parceiro, o médico Eduardo Keppke. Ambos foram acompanhados por climbing sherpas.
26.05.08
:: Últimas previsões do tempo: ventos de 60km/h e temperatura de -50ºC no cume da montanha mais alta do mundo ::
Pelo telefone satelital Rodrigo Raineri contou, nesta segunda-feira (26/05), que os ventos continuam muito fortes e que “ontem (25/05) várias expedições desistiram de tentar cume e voltaram.
Um dos sherpas que apoiou o nepalês de 77 anos e se tornou a pessoa mais velha a alcançar o topo do mundo, congelou todos os dedos das mãos. Isso significa que para mim que queria tentar subir sem O2 suplementar o risco de congelamento seria maior ainda”.
Diante disso, Raineri decidiu adiar seu sonho e vai tentar chegar ao cume com cilindros de O2 suplementares. “Não tem sentido eu simplesmente desistir. Já que estou tão perto, vou subir com oxigênio, é uma questão de segurança. O Du Keppke e eu sairemos no início da tarde (hora do Brasil) acompanhados pelos sherpas e tentaremos chegar até o cume. Mesmo assim não vai ser fácil com os ventos nesta velocidade e a temperatura tão baixa”.
A previsão é a de que Eduardo Keppke e Rodrigo Raineri levem cerca de 12 horas para chegar ao cume do Monte Everest (8.850 metros de altitude). Eles fazem sua investida pela Face Sul (Nepal).
Ouça o boletim enviado, direto do Everest, por Rodrigo Raineri.
25.05.08
:: Acampamento 3 (7.500 metros de altitude) ::
O dia não foi nada fácil para a dupla brasileira. Eles saíram em torno das quatro horas da madrugada do Acampamento Base Avançado (6.400 metros de altitude) e chegaram ao Acampamento 3 (7.500 metros), na parede do Lhotse.
“Foi um dia muito difícil, com muita neve, muito vento e muito frio. Sofremos bastante para chegar até aqui e ainda tivemos um incidente porque roubaram a nossa comida, os géis de carboidrato. A princípio pensamos que tivessem levado tudo, mas conseguimos achar parte do nosso equipamento; foi mesmo somente parte dos alimentos”, contou Rodrigo pelo telefone satelital.
Raineri explicou que vão ter que racionar um pouco a comida que vão levar para o cume, mas que será possível manter-se bem alimentados.
Mas vou deixar que ele mesmo conte as últimas informações. Fala Rodrigo...
Eduardo Keppke e Rodrigo Raineri escalam o Monte Everest, a montanha mais alta do mundo (8.850 metros de altitude), pela Face Sul (Nepal).
Eduardo Keppke usará cilindros de oxigênio suplementares no ataque ao cume. Rodrigo Raineri tenta sua investida sem usar os cilindros.
Em 2006 o grande alpinista Vitor Negrete chegou ao cume sem O2, pela Face Norte (Tibet), mas faleceu no Acampamento 3 (8.300 metros de altitude), durante sua descida.
Vamos acompanhar notícias e torce por nossos brasileiros no topo do mundo!!
Acostumada com viagens e destinos exóticos, a carioca Luciana Whitaker, decidiu, em abril de 1996, abrir mão de seu emprego para ir atrás de um sonho e se aventurar no Alaska.
O estado norte-americano conhecido como uma das regiões mais frias e isoladas do planeta entraria definitivamente na sua vida.
A cidade de Barrow, um lugar de 4 mil habitantes onde 60% da população é de etnia iñupiaq, deixaria de ser apenas o seu destino turístico para tornar-se um novo lar.
É o que ela conta em 11 Anos no Alasca, lançamento da Ediouro.
“Sou uma aventureira de coração e a possibilidade de morar em Barrow me seduziu. Quando uma oportunidade dessas aparece, temos que pegar”, explica.
O que é descrito durante os 11 anos seguintes é a sua vida em família ao lado de Kelly, seu novo companheiro, com quem teve dois filhos – James e Juliana, respectivamente chamados de Sakiq e Amayun pelo povo local.
O livro vale a pena, não só pelas lindas imagens, mas também porque a autora expõe a cultura milenar desse povo. Em forma de um diário de viagens, ela demonstra a troca de afetos e culturas entre uma brasileira e os esquimós.
É a filosofia de vida que a obra mostra, colocando em primeiro plano a cooperação e o convívio da paz entre os habitantes locais, sempre alegres e prontos para ajudar.
“Tudo é tão diferente”, disse ela do lugar em que a temperatura atinge, no auge do inverno, -50º C e o sol não nasce por 66 dias. Uma imensidão branca, onde o vento gelado faz com que, a cada piscada de olhos, por uma fração de segundos, os cílios se congelem e os de cima grudem nos de baixo.
Além de falar sobre comidas, festas, danças, costura de peles, e aprender a se comunicar no idioma iñupiaq, ela teve autorização para registrar a tradição dos caçadores e baleeiros.
Mesmo vegetariana, aos poucos foi entendendo melhor quanto os esquimós precisam da baleia para preservar identidades e tradições. Para ela, a questão da caça é um conflito interno. “Sei que é importante culturalmente, mas na hora H é difícil me lembrar disso”.
Em 2005 ela voltou ao Brasil, para retornar a Barrow em 2007. A partir de então, vai e volta sem nunca saber se será definitivo.
“Vou continuar voltando sempre. Mostrar ao mundo a beleza da cultura esquimó e como vive esse povo encantador é o meu projeto pessoal, aquele que faço com mais dedicação e paixão”, finaliza Luciana Whitaker, ou Ivalu, como é seu nome em esquimó há 11 anos.

Livro: 11 Anos no Alasca
Autor: Luciana Whitaker
Nº de páginas: 160
Preço: R$ 49,90
24.05.08
Nesta época do ano, muitos escaladores têm como destino certo o
Até este sábado (24), 186 expedições já alcançaram o topo do monte, sendo que houve uma morte, a do suíço Gianni Goltz, de 45 anos, na última quinta-feira (22). Ele escalava o Everest sem auxílio de oxigênio suplementar, assim como o brasileiro Rodrigo Raineri fará na próxima terça-feira (27), ao lado de seu companheiro Eduardo Keppke.
A indiana Kalpana Dash, de 38 anos, também conseguiu alcançar o topo do Everest, na quarta-feira (21), às 11h30 da manhã. Junto com Arun Treks, ela teve sua tentativa bem sucedida, após outras duas sem chegar ao cume, em 2004 e 2006.
Mais informações no site www.mounteverest.net, ou você também pode encontrar outras notícias sobre o esporte no www.webventure.com.br.
No último dia do mês, será disputada a segunda etapa do Circuito Adventure Camp.
As inscrições seguem abertas, mas restam poucas vagas para as equipes.
Os interessados devem confirmar a participação pelo site oficial www.adventurecamp.com.br.
“Estamos na reta final e é bom que as equipes se apressem. Nossa expectativa é reunir cerca de 100 equipes na categoria Adulta, repetindo a marca de Pindamonhangaba. Realizar uma corrida de aventura em São Paulo é um desafio interessante, tanto para a organização e para os atletas”, explica Sérgio Zolino, diretor geral do Adventure Camp.
O Adventure Camp São Paulo, segunda das quatro provas programadas para este ano, será realizado à noite em vários pontos da Capital Paulista, a partir das 23 horas.
A competição terá cinco modalidades: trekking, canoagem, mountain bike, orientação em trilhas e técnicas verticais, sendo que as categorias Kids e Teens acontecerão na USP, enquanto a Adultos terá entre 5 e 7 horas de atividade física e alguns deslocamentos pela cidade.
Na semana que vem, dia 27, estão programados um pré-briefing e as palestras de abertura, ambas no Clube Pinheiros. A partir das 19h30 será feita uma palestra sobre nutrição, com representantes da RG Nutri; em seguida, Caco, da Selva Aventura, abordará o tema ‘Orientação’, ficando para as 21 horas o pré-Briefing com Sérgio Zolino. “A idéia é passar mais informações sobre o percurso e será fundamental que pelo menos um integrante de cada equipe esteja presente”, completa o diretor geral.
O Adventure Camp São Paulo será como um rally, ou seja, com tempos obtidos em várias “especiais” e depois somados para a definição dos vencedores. A parte de trekking será feita pelas ruas da cidade, enquanto as atividades verticais acontecerão em locais urbanos para um integrante de cada equipe participante. A parte de canoagem, com trekking, será em represas próximas à capital e a parte de orientação em bike também percorrerá a cidade. Desta vez, as equipes deverão ter o apoio de um carro que, em alguns momentos, escoltará os atletas pela cidade em deslocamentos, garantindo maior segurança.
Mais informações no site oficial: www.adventurecamp.com.br
23.05.08
Depois de receberem as últimas previsões do tempo, Rodrigo Raineri e o parceiro Eduardo Keppke, decidiram que a escalada rumo ao topo do mundo, será no dia 27.
Rodrigo saiu às 4h15 da madrugada (horário do Nepal) desta sexta-feira (23/05) do Campo Base do Monte Everest (8.850 metros de altitude) e começou sua investida ao cume da montanha mais alta do mundo.
“Tem muitas expedições subindo para fazer cume no dia 26, mas pelas informações que recebemos será melhor atacarmos o cume na terça-feira porque os ventos estarão menos intensos e para mim que subo sem usar cilindros de oxigênio este é um detalhe importante. Ficaremos mais um dia aqui no C2 descansando e preparando a mochila que levaremos. Serão três dias de escalada ininterrupta! Não vai ser fácil, mas estamos bem e bastante otimistas”, comentou Raineri.
Nove horas depois ele chegou ao Acampamento Base Avançado (6.400 metros de altitude) onde encontrou Du Keppke.
Acompanhe o boletim enviado direto do Everest...
Vamos aguardar mais notícias e torcer!!!
21.05.08
A Mitsubishi Motors, em parceria com o big rider Carlos Burle, apresenta o Mitsubishi Motors Fish Classic. O evento, em formato inédito no Brasil, será realizado no dia 24 ou 25 de maio. Vai depender das condições do mar, que serão previamente monitoradas pela organização.
Na disputa estarão 16 duplas divididas entre surfistas e convidados especiais: empresários, jornalistas, profissionais liberais, artistas, entre outros, que têm o esporte como hobby e inspiração para suas atividades cotidianas. As duplas foram convidadas pelo ‘Mestre de Cerimônia’ Carlos Burle – primeiro campeão mundial de ondas grandes.
Segundo Burle, será uma ótima oportunidade de reunir ícones do surfe e praticantes que se destacam em outras áreas.
“É um evento em que o diferencial está no estilo e na qualidade de vida que o surfe proporciona aos seus praticantes, além de mostrar que, atualmente, esse esporte faz parte do universo de vários formadores de opinião. Sempre tive vontade de fazer um evento desse gabarito, com a família participando e no qual a competição não fosse o mote principal, e sim o relacionamento”, contou Burle.
As pranchas utilizadas serão as fish-boards, modelo que surgiu no início dos anos 70, quando os longboards (pranchões) começaram a ficar defasados e a necessidade de um surfe mais rápido e radical era latente. Por ser mais larga e grossa, esse tipo de prancha proporciona um surfe em que a diversão prepondera sobre a performance, já que seu design faz com que o surfista ganhe mais projeção e estabilidade em suas manobras, além de facilitar bastante a entrada na onda.
Atividades na areia
Para quem estiver apenas assistindo a prova… Além do serviço de buffet, a criançada poderá se divertir com as várias atrações: Animação em Cena, Oficina das Artes, Cantinho da Massinha, Pista de Test-Drive com o Pajero do Rally Dakar (de controle remoto) e gincanas ecológicas.
Mitsubishi Motors Fish Classic
Onde: BARRA DA TIJUCA, altura da Rua Eugênio Lyra Neto (entre o condomínio Golden Green e o posto BR).
Quando: Início no dia 24 de maio, podendo ser transferido para o dia 25 dependendo das condições do mar.
Mais informações: www.mmcfishclassic.com.br
19.05.08
O montanhista Rodrigo Raineri e seu companheiro Eduardo Keppke definiram a programação para a subida e ataque ao cume do Everest, na expedição sem oxigênio complementar. Na próxima sexta-feira, dia 23 eles começam a ascensão com o objetivo de chegar no “todo do mundo” dia 27, terça-feira.
No dia 23 Rodrigo e Eduardo Keppke vão direto para o Acampamento Base Avançado e dormem lá. Dia 25, domingo, seguem para o C3 (acampamento 3 - 7.500 metros) e no dia 26, segunda-feira, C4 (acampamento 4 - 8.000 metros Colo Sul). Do C4 (acampamento 4 - 8.000 metros Colo Sul) saem de noite para fazer cume no dia 27, terça-feira, pela manhã, no horário local. Rodrigo Raineri e Eduardo Keppke, da Expedição Everest 2008 Sem O2 Suplementar, escalam o Monte Everest, Sagarmatha para os nepaleses e Chomolungma para os tibetanos, pela Face Sul (Nepal). O Everest é a montanha mais alta do mundo, com 8,850 metros de altitude.
Boa Sorte Rodrigo e equipe. Estamos torcendo e acompanhando vocês aqui de longe!!!!

Por do Sol no Everest com Lua visto do Kala Patar
Fernando Solano é jornalista, chefe de reportagem da Radio Eldorado, professor da Faculdade Cásper Líbero e responsável pelas reportagens e pela apresentação do Eldorado Esporte Aventura, que vai ao ar às quartas, às 15h e aos sábados às 13h, na Radio Eldorado FM (92,9). O blog é um presente, um espaço para discutirmos os esportes outdoor, contar as aventuras durante as coberturas e, é claro, as experiências dos internautas que gostam de contato com a natureza e fortes emoções. Aproveite!
Você também pode ouvir Fernando Solano no podcast Esporte Aventura
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