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11.10.09

Nos 200 anos de Charles Darwin e 150 de sua obra maior, A Origem das Espécies, uma espécie tem prevalecido no ambiente editorial: os livros que defendem a Teoria da Evolução não apenas como teoria, mas como um conjunto de hipóteses que vêm sobrevivendo aos mais duros testes experimentais. Como dizem os cientistas, há um “corpo de evidências” cada vez maior em favor do argumento central de Darwin, o de que as espécies sofrem mutações e assim se formam a partir de ancestrais comuns. O sequenciamento do código genético, em projetos como o Genoma, é o mais recente responsável por esse acúmulo de provas. Ninguém melhor para explicar isso do que um geneticista, o inglês Steve Jones, autor de A Ilha de Darwin (Record, 376 págs., R$ 57, tradução de Janaína Castilho).
Jones, entrevistado por telefone pelo Estado na semana passada, mostra como é falsa a noção de que Darwin fez sua viagem juvenil pelo Beagle e depois se fechou em casa, no subúrbio de Londres, e adiou até onde possível a publicação de suas ideias sobre variação e seleção natural. Na realidade, Darwin, apesar dos problemas de enjoo, continuou a viajar e estudar os mais diversos tipos de espécies – de cracas a pombos, de vermes a cachorros, de orquídeas a macacos. “Em seus 40 anos na Down House, passou 2 mil noites fora de casa – o equivalente a um dia por semana”, escreve Jones. Ele queria, afinal, coletar o máximo possível de evidências antes de publicar sua teoria.
O sr. mostra como Darwin descobriu o poder de poucos recursos produzirem grandes resultados. Até que ponto ele estava ciente de que suas descobertas tinham implicações por assim dizer filosóficas?
Eu acho que seu modelo de uma natureza que se transforma gradualmente, não por saltos, foi central para a filosofia. Só não sei se ele usaria esse termo. Um dos livros mais importantes para ele foi Princípios da Geologia, de Charles Lyell, porque até então se imaginava que a disciplina tratasse apenas de vulcões e cataclismos em geral; com Lyell, a ação mais ordinária e lenta da natureza, como o clima ou o relevo, implicava enormes traços geológicos. Pequenos meios criam resultados gigantes.
Por que a ideia de um Darwin recluso, mais acomodado ou menos ativo depois da viagem com o Beagle, prevaleceu por tanto tempo?
Porque a viagem foi tão icônica que nada que acontecesse depois poderia substituí-la. Antes de mais nada, o livro que a narra é o melhor livro de viagem jamais escrito. O autor é um jovem entusiasmado, que mostra uma natureza maravilhosa. E depois de A Origem das Espécies, em 1859, que é a síntese de sua biologia e provocou tanta controvérsia, os demais livros de Darwin terminaram ficando à sombra.
Seu livro explica como a genética confirma as ideias de Darwin. No entanto, ainda ouvimos muitas vezes que “a Evolução não é nada além de uma teoria”, como se não tivesse comprovação experimental. Por quê? Será medo das pessoas de aceitarem suas ideias?
É um mistério. Há dois níveis de desentendimento. O primeiro é o que diz que é apenas uma teoria. Toda ciência começa como teoria. Foi assim com a química e a física. Portanto, não seria diferente com a biologia. Além disso, os estudos mostraram que a Terra e as espécies eram ainda mais velhas do que Darwin imaginava. O segundo problema de interpretação é o que diz que a Evolução significa que o homem é um animal como outro qualquer. Não. É uma espécie única, no sentido mais humanista possível. E somente por meio das ideias de Darwin é que podemos saber disso.
Qual é sua opinião sobre essa descoberta recente do nosso ancestral Ardi, mais antigo que Lucy? Quais as consequências?
É uma descoberta muito interessante, especialmente porque está muito bem datada: ele existiu há 4,5 milhões de anos. Como se estima que a separação entre as linhagens dos seres humanos e dos macacos como o chimpanzé ocorreu há 6 ou 7 milhões de anos, é notável como a descoberta está relativamente mais próxima dessa separação. O fóssil mostra um primata que era bem mais parecido com os humanos do que com os chimpanzés. Ao contrário do que muitos dizem, houve, portanto, um monte de evolução na linhagem dos chimpanzés. Isso sugere também que aqueles que usam os chimpanzés como modelos para estudar o passado do homem como primata estão equivocados.
O sr. diz no livro que a maior parte do DNA está inativo durante a maior parte do tempo. É isso mesmo? E por que as pessoas ainda têm uma visão da carga genética como um estoque imutável, que age em bloco?
Na verdade, eu estava errado quando disse que a maior parte do DNA não tem função. Pesquisas recentes sobre o comportamento do DNA no controle do genoma mostraram que é mentira que haja tanto “DNA lixo”, apenas algum. O DNA é uma molécula bastante simples e bonita, mas tendemos a ver o processo como algo que nasce dele em direção à formação de uma célula, depois um tecido, etc. Esse processo é mais complicado, difícil de entender. Acho que ninguém ainda compreende como o DNA é ativado, em qual segmento, etc.
O sr. sugere no livro que o temperamento, a personalidade de cada um, é hereditário. Se um pai é teimoso, digamos, o filho tende a ser também?
É preciso entender o que se quer dizer com “hereditário”. Tudo no ser humano é tanto hereditário como ambiental. Em algumas características podemos medir isso, como a altura de um indivíduo. Se seus pais são altos, você tende a ser alto. Mas isso não explica por que a cada geração a humanidade toda fica mais alta em média. Não tem nada a ver com os genes, mas com a alimentação, os avanços na saúde, etc. Ou seja, fatores ambientais. E há mais de cem genes envolvidos com a determinação da altura de um indivíduo, e só alguns deles estão ativos por hereditariedade. Quanto à personalidade, sim, é possível dizer que se os pais são depressivos, por exemplo, o filho pode provavelmente ser depressivo. E não só pelos genes, mas também pelo fato de que tende a ser criado num ambiente triste. Para explicar traços extremos, como as doenças, é mais fácil. Mas para traços morais é muito difícil. Obviamente há um chamado dos genes para comportamentos relacionados à música ou à religião, digamos, mas não sabemos como isso funciona ou deixa de funcionar.
Mas há estudiosos que fazem afirmações como a de que os homens tendem mais à traição do que as mulheres porque precisam espalhar suas células reprodutoras. Esse salto não é perigoso?
Podemos afirmar algumas coisas. Por exemplo, que há uma diferença de origem biológica no comportamento de homens e mulheres. Há países com maior ou menor taxa de homicídio, por exemplo, mas no conjunto da humanidade os homens matam em média dez vezes mais que as mulheres. Não resta dúvida de que a testosterona tende a torná-los mais violentos. Da mesma forma, um homem mais velho, como eu, tende a sentir menor desejo sexual do que um jovem. Pode-se dizer então que o homem tende a ser mais promíscuo que a mulher? Até certo ponto, sim. Mas isso não pode justificar, por exemplo, o estupro, que é moralmente inaceitável. Precisamos ter a cautela de não usar a biologia para justificar comportamentos prejudiciais.
Se temos tantos genes em comum com outras espécies, como os chimpanzés e os ratos, podemos dizer que a pequena variação que gera uma enorme diferença é a empatia, por exemplo?
Depende do que se quer dizer com empatia. Como escrevo no livro, há empatia entre os ratos, por exemplo, e os cachorros são extremamente capazes de reconhecer seus donos. É um conceito difícil de medir. Mas, sim, o ser humano parece mais dotado de empatia.
Se pensarmos no número dos chamados “neurônios espelhos” (neurônios responsáveis pela imitação e simulação dos gestos e sentimentos alheios), que é muito maior nos homens do que nos outros animais, não haveria uma forma de medir?
Sim, certamente. Tudo indica que somos os mais hábeis na identificação do humor dos nossos pares. A proporção entre nosso cérebro e nosso corpo, afinal, é cinco vezes maior do que é nos macacos. E nosso cérebro tem muito mais conexões. Mas não sou um neurocientista, e acho que eles tendem a superinterpretar algumas descobertas.
Muitas pessoas se queixam da Evolução por mostrar alta dose de aleatoriedade e improviso na natureza. Seu livro mostra que de alguns poucos modos influenciamos nosso DNA com nosso comportamento, como na alimentação. Até onde vai essa influência?
Temo que não muito longe... A terapia genética, por exemplo, não foi bem-sucedida até agora. A maior parte dessa influência passa por nossos hábitos alimentares e por prazos longos, não se manifestam de pai para filho. Londres, por exemplo, era uma cidade que tinha muitas mortes causadas pela água no século 19 por causa do ácido sulfúrico. Com isso, genes que resistem a isso foram ativados, entrando na herança biológica. Mas tais mudanças não são produto da vontade individual, muito menos imediatas.
CARTAS DE UM CAÇADOR DE PROVAS
Darwin não foi apenas um gênio da biologia, que com sua teoria mudou as mais diversas áreas do pensamento; foi também um escritor exímio. Seus textos podem não ter a incisividade de um Thomas Huxley, seu “buldogue”, que levou a cabo a tarefa de defender suas ideias diante do conservadorismo e do obscurantismo com um poder verbal admirável. Mas o que Darwin se propôs a fazer – a paciente, minuciosa e perfeccionista coleta de evidências sobre a mutação das espécies, depois de conhecer profundamente “o outro lado” – fez com muito estilo. Esse estilo elegante e claríssimo, sem pompa nem arrogância, é o que se vê em seus relatos de viagem, diários, ensaios e também nas cartas dos volumes Origens 1822-1859 e A Evolução 1860-1870 (Editora Unesp, trad. Vera Ribeiro e Alzira Vieira Allegro, 312 e 346 págs., R$ 59 cada um), organizadas por Frederick Burkhardt e lançadas agora em bela edição comemorativa de capa dura.
Ler suas cartas é acompanhar a maneira como foi desenvolvendo suas ideias sob o compromisso maior de chegar a uma verdade factual desconhecida. Essa maneira se assemelha muito à sua visão da história natural: ela é gradual, opera por meio de pequenas mudanças, mas em determinados momentos dá saltos, inaugura novos e duradouros ramos. Alguns eventos abrem sua mente para se desviar em relação à opinião dominante. Ler Os Princípios de Geologia, de Charles Lyell, o fez perceber que a explicação criacionista não batia com os fatos: a Terra era muito mais antiga do que diziam os Evangelhos, e as distintas camadas subterrâneas revelavam ser impossível a criação simultânea de tudo. Sem essa leitura, Darwin não estaria aberto a ver o que viu em sua viagem no Beagle. Não por acaso, Lyell é um de seus correspondentes no volume Origens.
Outro evento literário que se somou às experiências pessoais foi a leitura do Ensaio Sobre o Princípio da População, de Thomas Malthus, em 1838. A sequência epistolar deixa claro que, dois anos depois de retornar da viagem, e não durante ela, foi que Darwin se deu conta de que o material coletado permitia que esboçasse uma teoria original sobre a diversidade de espécies. Em mais alguns anos de coleta, como diz em 1844 em carta a outro naturalista, J.D. Hooker, já estava confiante de sua visão. Lamarck e outros já haviam se dado conta de que as espécies sofrem transformações ao longo das gerações, mas Lamarck acreditava que elas se deviam à persistência dos hábitos de cada espécie. Darwin, estudando fósseis e embriões que coletava com ajuda de amigos em várias partes do globo, deu ênfase à existência de ancestrais comuns, a partir dos quais as espécies se desenvolviam à medida que suas características se mostravam adaptadas ou não ao ambiente. Não era a girafa que, alongando o pescoço, gradualmente extraía vantagens da natureza ao redor; era por ela ter um pescoço longo que a natureza ao redor permitia sua sobrevivência. A vantagem não produz a mutação; é subproduto dela.
A mudança de ponto de vista, que mostra um engenho natural movido em grande parte por aleatoriedade, transformou o conhecimento humano. As cartas do segundo volume mostram bem a aflição de Darwin quando Lyell sugeriu que escrevesse um resumo de suas ideias, até porque outros como Alfred Wallace estavam chegando às mesmas conclusões. O projeto de Darwin era fazer um “grande livro das espécies”, muito mais amplo que A Origem das Espécies, o qual publica em 1859 para não perder a primazia do achado. (Wallace, no entanto, foi o primeiro a reconhecer que Darwin tinha ido mais longe.) Especulações de que ele temia demais o impacto sobre os religiosos da época, como sua própria esposa Emma, não se sustentam nas cartas. Estas mostram um Darwin abençoadamente “pretensioso”, segundo ele mesmo; sua atitude era mais “os fatos são estes, nada posso fazer” do que “vocês vão ter que me engolir”. Mas, embora se queixe algumas vezes da “severidade” com que Huxley desafia o preconceito cristão, em 1860 tira o chapéu para sua coragem no debate com o bispo Wilberforce e escreve: “Essa querela é o melhor dos assuntos.”
GOLEADA DE LIVROS, CLARO, TRAZ DAWKINS
Continua a invasão do mercado editorial, principalmente de língua inglesa, por livros sobre Charles Darwin; mas no Brasil, por enquanto, poucos chegaram. Além do livro de Steve Jones, a Record lança em novembro o novo da dupla de biógrafos Adrian Desmond e James Moore, A Causa Sagrada de Darwin. A Companhia das Letras anuncia para o mesmo mês outro livro do controverso Richard Dawkins, O Maior Espetáculo da Terra. E a Larousse publicou O Jardim de Darwin, de Michael Boulter. De autores brasileiros, um dos dignos de nota é A Goleada de Darwin, de Sandro de Souza, também da Record. No exterior, além dos já comentados como Evolution – The First Four Billion Years, editado por Michael Ruse e Joseph Travis, e Angels and Ages – A Short Book About Darwin, Lincoln, and Modern Life, do jornalista cultural Adam Gopnik, há incontáveis títulos. Entre eles se destacam pela qualidade Darwin’s Universe, de Richard Milner (University of California Press), e Darwin’s Armada, de Iain McCalman (W. W. Norton & Company).
O objetivo de Dawkins, de quem foi publicado apenas neste ano no Brasil A Grande História da Evolução (The Ancestor’s Tales, 2004), é agora explicar por que a seleção natural é um fato histórico, que “não pode ser negado como o Holocausto não pode ser negado”, segundo escreve no começo de The Greatest Show on Earth (Free Press). O maior espetáculo da Terra é a natureza, sua engenhosidade, sua complexidade nascida de uma base muito simples. Dawkins mostra como as variações estudadas pela genética confirmam sua visão, desde que Theodore Dobzhanski sintetizou Darwin e Mendel em 1937 e a estrutura do DNA foi determinada pela dupla Watson e Crick em 1953. O mesmo, mas com menos detalhamento e profundidade, é feito com eficiência pelo brasileiro Sandro de Souza, pesquisador em biotecnologia formado na USP e em Harvard.
Por sua vez, a dupla Desmond e Moore, autora de Darwin – A Vida de Um Evolucionista Atormentado, destaca no novo livro “a postura antiescravidão” do naturalista. Apesar de passagens com um teor racial característico da época (como seu horror diante do “barbarismo” dos índios da Terra do Fogo, na Patagônia), Darwin nunca foi um racista, um defensor da superioridade moral de uma raça em face das outras; ao contrário, sempre foi um crítico do preconceito, como se manifestou na passagem pelo Rio de Janeiro em 1832, durante a monarquia escravocrata. Desmond e Moore se esforçam por dissociar Darwin e as leituras que dele fizeram intelectuais como Herbert Spencer, este sim um advogado da raça branca.
Darwin’s Armada, do professor australiano Iain McCalman (editora Norton), tem o ponto de partida mais original entre todos esses lançamentos: descrever quatro grandes viagens de naturalistas que se engajaram no que chama de “batalha pela Teoria da Evolução”. A primeira delas, claro, é a de Darwin ao redor da América do Sul, a bordo do Beagle,1831- 36. As outras são as de Joseph Hooker pelo Polo Sul, 1839-43, Thomas Huxley pela Austrália, 1846-50, e Alfred Wallace pela Amazônia e pelo sudeste asiático, 1848-66. McCalman narra bem essa viagens e mostra como esses três amigos de Darwin, em seguida, defenderam em público sua teoria; Wallace, em especial, chegou a conclusões muito parecidas de forma independente.
O livro do antropólogo Richard Milner, ampliação de dois trabalhos anteriores (inclusive um prefaciado por Stephen Jay Gould, prefácio agora repetido), é uma verdadeira enciclopédia ilustrada da evolução, de A a Z. Darwin’s Universe (University of California Press) é o que mais merece tradução no Brasil. Além desses destaques, o ano Darwin tem visto também a multiplicação de livros que usam sua teoria para analisar outras áreas, como as artes (The Art Instinct, de Denis Dutton), a linguagem verbal (Adam’s Tongue, de Derek Bickerton), a ficção e o conhecimento (On the Origin of Stories, de Brian Boyd). Tudo isso torna uma afirmação segura: uma diferença notável entre o ser humano e as outras espécies é que elas não produziram nenhum Charles Darwin.
Comentários:
Comentário de: Sérgio Roswell [Visitante]
11.10.09 @ 11:49Prezado Piza,
Quê dizer ?
POST excepcional, com alguns pequenos senões em minha opinião.
No Brasil, e em boa parte do Mundo Civilizado, somente alguém com a grande cultura e boa vontade de DANIEL PIZA poderia nos fazer esse favor. Essa..."BOUTADE".
Primeiro Senão : O PÊSO DAS PALAVRAS.
A EVOLUÇÃO é um FATO.
Mas a LINGUAGEM HUMANA não consegue explicar direito NEM MESMO O COMPORTAMENTO HUMANO, e está sempre em MUTAÇÃO, EVOLUÇÃO, que o CONCEITO, mental, muitas vezes NÃO é absorvido CORRETAMENTE por diferenças LÍNGUÍSTICAS ou GRAMATICAIS ou ambas. OU, simplesmente DEFICIÊNCIAS de PALAVRAS HUMANAS para descrever o FATO CIENTÍFICO.
Palavras como "EMPATIA", "HEREDITÁRIO", "EVOLUÇÃO", e mais, MAIS, frases, FRASES como " A VANTAGEM NÃO PRODUZ A MUTAÇÃO É SUBPRODUTO DELA " póde ser CONTESTADA e, por outro lado, INTERPRETADA de MÓDOS DIFERENTES. Por pessoas com NÍVEIS MENTAIS E CIENTÍFICOS DIVERSOS. Daí que, AS PALAVRAS, escritas ou faladas, PÓDEM LEVAR MAIS À CONFUSÃO DO QUE À COMPRENSÃO dos FATOS evolucionários. E é justamente AÍ que se apegam os "PASTORES", e demais CREACIONISTAS, para ENGANAR as pessoas.
" NÃO HÁ FATOS HÁ VERSÕES DO FATO ", etc.
Segundo Senão : Dar importãncia demais a autores que INTERPRETAM DARWIN e não SUA TEORIA. Falo, ÓBVIO, do PICARETA DAWKINS. DAWKINS faz mais prejuízo a DARWIN do que os próprios CREACIONISTAS ao ENTRONIZAR DARWIN e os FATOS evolucionários COMO ALGO QUASE RELIGIOSO. DAWKINS, que um dia foi um bom cientista, usa DARWIN para se promover e VENDER LIVROS.
Terceiro Senão : É preciso cuidado ao expor FATOS CIENTÍFICOS de forma tão ASSERTIVA, que se TORNEM, obliquamente, RELIGIOSOS. A Ciência está sempre mudando ( LAMARCK, genomicamente falando, parece, NÃO estava totalmente errado, afinal...). NESSE CASO, a Ciência VIRA IDEOLOGIA. E ideologia por ideologia, qualquer "TEMPLO GARAGEM" tem a sua...
Cada vez mais "acredito" ( o PÊSO das palavras...) no GENOMA como fator do FATO EVOLUCIONÁRIO. "O INSTINTO DA ARTE", p.ex. estaria em nossos GENES...
" O UNIVERSO DE DARWIN " é um livro fascinante. Tenho-o há muitos anos.
MEU TEMPO ACABOU...
Comentário de: Sérgio Roswell [Visitante]
11.10.09 @ 13:56Prezado Piza,
CONTINUANDO meu brilhante comentário anterior, que espero tenha sido ou venha a ser publicado, pergunto e pondero, respeitosamente, o seguinte :
STEVE JONES é uma antítese de RICHARD DAWKINS ?
Dois PICARETAS, cada um de um lado do "ESPECTRO" ?
As RESPOSTAS de JONES sobre o DNA soaram, a mim, ALTAMENTE INSATISFATÓRIAS.
DAWKINS nega DEUS para VENDER LIVROS. É o, até agora, SUMO SACERDOTE DO ATEÍSMO supostamente "CIENTÍFICO", certamente MISTIFICADOR.
JONES, por outro lado, chega a dizer :
" O SEGUNDO PROBLEMA DE INTERPRETAÇÃO É O QUE DIZ QUE A EVOLUÇÃO SIGNIFICA QUE O HOMEM É UM ANIMAL COMO OUTRO QUALQUER. NÃO. (sic ! ) É UMA ESPÉCIE ÚNICA, NO SENTIDO MAIS "HUMANISTA" (sic !! aspei ) "POSSÍVEL" ( sic !! aspei ).
Bom...minhas GATINHAS também pertencem a UMA ESPÉCIE ÚNICA !! ( para elas mesmas ) NO SENTIDO MAIS "FELINO" "Possível"...
STEVE JONES faz um ABSURDO E "ME ENGANA QUE EU GÓSTO" --- JOGO DE PALAVRAS ---.
ACREDITO EM DEUS. Ponto.
Mas o Ser Humano NADA tem de especial.
Com as condições EVOLUCIONÁRIAS corretas, MINHAS GATINHAS, os FELINOS, poderiam ter se tornado TÃO ou MAIS ESTÚPIDOS quanto o Ser Humano...
STEVE JONES, coloca, recoloca, o Ser Humano como Centro da CRIAÇÃO...SU-POS-TA-MEN-TE C-I-E-N-T-Í-F-I-C-A-M-E-N-T-E...
DEPOIS, STEVE JONES diz :
" AO CONTRÁRIO DO QUE "MUITOS" (sic, quem ? ) DIZEM, HOUVE, "PORTANTO", ( sic...aspei) "UM MONTE" ( sic !!...) DE EVOLUÇÃO NA LINHAGEM DOS CHIMPANZÉS. ISSO "SUGERE" ( sic, aspei ) TAMBÉM (sic...) QUE AQUELES QUE USAM OS CHIMPANZÉS COMO MODELOS PARA ESTUDAR O PASSADO DO HOMEM COMO PRIMATA ESTÃO EQUIVOCADOS " (sic. Assertivo, ( como diria DANIEL PIZA...), STEVE JONES é, não é mesmo ? ).
Bom. O.K. ENTÃO a Espécie Humana é...ESPECIAL...PQ ? não é esclarecido.
O mais próximo modelo GENÉTICAMENTE, GENÉTICAMEEEENNTEEE ao HOMO et FEMINA SAPIENS são os GRANDES SÍMIOS.
SOMOS TÃO ESPECIAIS ASSIM, QUE NEM A PROXIMIDADE GENÉTICA PÓDE NOS AUXILIAR A ENTENDER NOSSO COMPORTAMENTO ANCESTRAL ?
A B I I S S U R R D O O !!!
Vem aí uma NOVA grande batalha pelo MERCADO PSEUDO-CIENTÍFICO EDITORIAL.
STEVE JONES x RICHARD DAWKINS.
QUEM VENCERÁ ?
NINGUÉM.
TODOS NÓS --- E A CIÊNCIA --- SAIREMOS PERDENDO.
Comentário de: Dirceu.Barros [Visitante]
11.10.09 @ 14:26Daniel. "A origem das espécies", apesar de continuamente obscurecida pelo establishment, e sobretudo pela Igreja, em particular, é um verdadeiro Big Bang da Ciência, e o seu estudo haverá de trazer ainda conhecimentos que transformará o Mundo como hoje o conhecemos. O homem ainda pouco se conhece.
Comentário de: eliseu [Visitante]
11.10.09 @ 14:39Oi Daniel,
Gostei do teu artigo. Um pouco menos da chamada (...apenas uma teoria), que desmerece de certa forma o significado científico da palavra "teoria", em favor de um conceito popular de que teoria é o equivalente a uma suposição especulativa sem muito fundamento, bastando um fato novo para destruí-la. Teoria é quase isto: é sim um conhecimento especulativo intelectual e racional, oriundo da observação de inúmeros fatos, e que, enquanto vigente, não foi refutada por nenhum fato conhecido. Assim, eu considero a teorização como a mais elevada forma de expressão da capacidade intelectual do ser humano. É certo que um fato novo pode destruí-la ou modifica-la, mas cabe a quem a contesta encontrar este fato.
Se puderes, pede para evitarem o uso de "...APENAS uma teoria" na chamada do teu blog.
Abç,
Eliseu
Comentário de: Francisco Raimundo M. de Oliveira [Visitante]
11.10.09 @ 16:46Eu acredito piamente na Teoria da Evolução(Darwin)...principalmente quando vou resolver alguma problema na CEF(caixa) aqui de São Luis-Ma e me deparo com um Sr. bigodudo bufão, preguiçoso etc...eu tenho plena convicção e Darwin também que esse Sr. evoluiu de um LEÃO MARINHO! ele anda se arrastando,faz tudo muito lento e ainda uso um bigode horrível, caso tivesse uma agência da CEF na Antártida ele iria se dar muito bem por lá juntamente com seus ancestrais.
Comentário de: comunista nazista terrorista nuclear xiita expulso do partido ateu [Visitante]
11.10.09 @ 17:18o problema é ser aceito pelo respeitado partido neoclássico ateu de 0%, pois sou caçado pelas igrejinhas de 10% mais ofertas e influências empregatícias, só faltou dizer que a reencarnação das espécies existe , como afirmam os inventores de deus...dono de no mínimo 10% das riquezas do universo....fazer a humanidade acreditar em deus é uma estratégia de guerra....
Comentário de: comunista nazista terrorista nuclear xiita expulso do partido ateu [Visitante]
11.10.09 @ 17:24o problema é ser aceito pelo respeitado partido neoclássico ateu de 0%, pois sou caçado pelas igrejinhas de 10% mais ofertas e influências empregatícias, só faltou dizer que a reencarnação das espécies existe , como afirmam os inventores de deus...deus : estratégia de guerra...
Comentário de: Wilson Guerra [Visitante] · http://modernaciencia.blogspot.com
11.10.09 @ 18:13Maravilhosa entrevista. Muito boa postagem. Parabéns.
Comentário de: Marco Vitis [Visitante]
11.10.09 @ 20:12O fato é que a "Origem das Espécies" é apenas uma hipótese, ainda sem comprovação científica.
Quem a defende como "fato científico" é tão ilusionista como aquele que propaga que há um deus nos esperando para nos jogar no paraíso ou no inferno.
Penso que basta observar a natureza e constatar sua exuberante diversidade de vida para intuir que Darwin está equivocado. A verdade está ainda por ser descoberta (se é que o será).
É preciso não esquecer de que Darwin, que fora muito religioso, não aceitou a morte de seus entes queridos. E passou a duvidar da existência de Deus.
Comentário de: Baruana Calado [Visitante]
11.10.09 @ 21:26Daniel Piza, você saberia informar se o controverso escritor Richard Dawkins discorre em favor de seus pensamentos eugenistas em O Maior Espetáculo da Terra? Obrigada.
Comentário de: ajla [Visitante]
11.10.09 @ 21:33Daniel, Você também poderia citar o belo ensaio, de Oliver Sacks, na revista Piauí de janeiro: http://www.revistapiaui.com.br/edicao_28/artigo_865/Darwin_e_o_significado_das_flores.aspx
Comentário de: Francisco Junqueira [Visitante]
11.10.09 @ 22:23A teoria do Darwin é muito convincente, de fato, mas até o dia em que eu ver uma espécie evoluindo com os meus próprios olhos, acharei que é apenas uma teoria mesmo.
Comentário de: Leila [Visitante]
11.10.09 @ 23:21Darwin somente propôs um mecanismo para evolução, as pessoas tem que pararem de creditar a teoria da evolução ao Darwin.
Comentário de: Luiz [Visitante]
11.10.09 @ 23:55Piza, te dou um doce se voce adivinhar quem escreveu essas linhas:
“Em algum período futuro, não muito distante se medido em séculos, as raças civilizadas do homem vão certamente exterminar e substituir as raças selvagens em todo o mundo. Ao mesmo tempo, os macacos antropomorfos... serão sem dúvida exterminados. A distância entre o homem e seus parceiros inferiores será maior, pois mediará entre o homem num estado ainda mais civilizado, esperamos, do que o caucasiano, e algum macaco tão baixo quanto o babuíno, em vez de, como agora, entre o negro ou o australiano e o gorila.”
Ou entao essas:
“Entre os selvagens, os fracos de corpo ou mente são logo eliminados; e os sobreviventes geralmente exibem um vigoroso estado de saúde. Nós, civilizados, por nosso lado, fazemos o melhor que podemos para deter o processo de eliminação: construímos asilos para os imbecis, os aleijados e os doentes; instituímos leis para proteger os pobres; e nossos médicos empenham o máximo da sua habilidade para salvar a vida de cada um até o último momento... Assim os membros fracos da sociedade civilizada propagam a sua espécie. Ninguém que tenha observado a criação de animais domésticos porá em dúvida que isso deve ser altamente prejudicial à raça humana. É surpreendente ver o quão rapidamente a falta de cuidados, ou os cuidados erroneamente conduzidos, levam à degenerescência de uma raça doméstica; mas, exceto no caso do próprio ser humano, ninguém jamais foi ignorante ao ponto de permitir que seus piores animais se reproduzissem.”
Vou te dar uma mao e colocar umas opcoes aqui:
a) Adolf Hitler
b) O Fundador da KKK
c) Charles Dawin
E a alternativa correta eh: C!!!!!!! Charles Darwin! Nao, nao... Nao se trata de um homonimo! Estamos falando dele mesmo, do autor da tao badalada "Origem das especies"! Eu nao consigo entender como seus textos conseguem ser tao benevolentes - como e mesmo o eufemismo que voce usa? - Ah sim: "passagens com teor racial caracteristico da epoca." Faca-me o favor... se isso nao e o racismo mais deslavado entao, por favor, nos brinde com a sua opiniao sobre o que vem a ser racismo. Por favor, me tire desta confusao!
Comentário de: Alan [Visitante]
12.10.09 @ 07:43Deus criou o Homem, então Eu descendo de Adão e Eva. Se este colunista descende do macaco o problema é dele. Porque Darwin quando ficou idoso se arrempendeu desta tola ''teoria'' e tornou-se pregador da palavra de Deus, mas isto nenhuma resvista da ciencia oficial jamais publica.
Sr.colunista faça como Darwin, vá ler a Biblia porque a ciencia não vai te salvar quando a morte se aproximar de ti.
Alan
Comentário de: Ronald Rahal [Visitante]
12.10.09 @ 10:21Depois da exposição deste texto, claro que não penetrando em minùcias disciplinares, com seus jargões, que o tornariam ininteligível, fica evidente que a evolução é muito mais que uma teoria.
No entanto, mesmo com todas as evidências, existem aqueles, e não são poucos, que defendem um ponto de vista diferente. E se prendem a eles, como naufrágos que se agarram aos destroços mais próximos para não afundar.
Com certeza, como é comum em se tratando de Darwin, muitos escreverão como se tal idéia fosse um blasfèmia, um insulto às suas ultrapassadas concepções religiosas, citando chavões desconcertantes e sem base empírica alguma.
Percebo em tais manifestações não uma proposição diferente, apresentados evidências contestatórias mas apenas o mal estar de saber que não são especiais e não foram criadas à imagem de qualquer entidade sobrenatual.
Comentário de: KERWSON/PARNAMIRIM/RN/BR [Visitante] · http://VIVA DARWIN
12.10.09 @ 10:27DARWIN É O HEROI DO ÓBVIO.ENQUANTO A RELIGIOSIDADE SUBSTITUIR O HUMANISMO E O CRIACIONISMO FOR EMPURRADO DE GUELA ABAIXO DAS CRIANÇAS, A IGNORÂNCIA INFELIZMENTE PREVALECERÁ. A VERDADEIRA HISTÓRIA ESTÁ SENDO MONTADA E CONTADA PELA CIÊNCIA GRAÇAS A DEDICAÇÃO DE HONORÁVEIS CIENTISTAS...O RESTO É MENTIRA E FORÇA BRUTA...ESTES DEUSES INÚTEIS E DE MERDA SÓ SERVEM PARA ACIRRAR DIFERÊNÇAS E NOS LEVAR A GUERRA...XEGA DE DOGMAS E VIVA DARWIN!!!!
Comentário de: Xico [Visitante] · http://jfs79@petrobras.com.br
12.10.09 @ 10:57A busca por respostas move o mundo.
Comentário de: Rogério [Visitante]
12.10.09 @ 13:53Essas ideias, ao contrário de nos limitar a sermos simples fenomenos da natureza, nos alçam à uma categoria além daquela prescrita pela ladainha religiosa, que nos reduz a seguros filhos de deus a quem devemos seguir atraves de suas leis e obedecer, ou não, e sofrer todas as consequencias de nosso livre arbítrio.
Não ha nada de divino nisso, esse deus não passa de uma simplificação simplória de nossos primódios de ignorância, a vida é muito mais miraculosa que isso.
Se pensarmos que estamos aqui neste óasis de vida e que até onde nossa visão alcança só ha o deserto, podemos perceber que estamos sozinhos, mas cercados de possibilidades. Apesar de inimáginável ,o tamanho do universo está restrito à tabela periódica e às divinas leis da natureza dos corpos e da energia que jurisdicionam todo o universo.
No mínimo, somos o milagre estatístico, tremendos pés quentes,vencedores na estupenda sorte de ganhar quantas vezes o primeiro premio da loteria seguidas vezes, somos realmente caras de muita sorte nessa divindade do possível.
Comentário de: Sérgio Roswell [Visitante]
13.10.09 @ 01:40Prezado Piza,
"DE FACTUM".
É uma "AFIRMAÇÃO SEGURA" (sic) afirmar que o que diferencia a Espécie Humana é a Existência de um CHARLES DARWIN.
TAMBÉM PODERÍAMOS dizer o mesmo quanto :
1. ADOLF HITLER;
2. POL POT;
3. NERO, ( Imperador Romano, não o programa de computador, idióta );
4. HIROXIMA, ( bomba A ),
5. NAGASAKI, ( bomba A );
6. COLISEU ROMANO ( os "JOGOS" );
7. MYLAI, ( a aldeia vietnamita ).
MILHARES, MILHÕES, BILHÕES de outras diferenças "ADORÁVEIS" como essas entre "AS OUTRAS ESPÉCIES" e a "NOSSA".
"GOLEADA DE LIVROS TRAZ, CLARO, DAWKINS". ( sic ) e agora STEVE JONES. E PAULO COELHO, CHICO BUARQUE, etc.
PERDE A CIÊNCIA E A CULTURA.
DE GOLEADA.
Comentário de: Daniel Piza [Membro]
13.10.09 @ 08:52Do "New York Times":
"The best way, in my view, is to distinguish between evolution as history and evolution as science. Evolution is indeed a historical fact. Every living thing and every fossil-bearing rock bears evidence that evolution occurred. But evolution is not a scientific fact as philosophers of science see it. In science it plays a far grander role: it is the theory without which nothing in biology makes sense. The condition of this high status is that it cannot be the final and absolute truth that Dawkins imagines it to be; it is liable to future modification and change like any other scientific theory.
This brings me to the intellectual flaw, or maybe it’s a fault just of tone, in Dawkins’s otherwise eloquent paean to evolution: he has let himself slip into being as dogmatic as his opponents. He has become the Savonarola of science, condemning the doubters of evolution as 'history-deniers' who are 'worse than ignorant' and 'deluded to the point of perversity'. This is not the language of science, or civility. Creationists insist evolution is only a theory, Dawkins that it’s only a fact. Neither claim is correct."
Acho que já li isso em algum lugar...
Comentário de: Daniel Piza [Membro]
13.10.09 @ 09:38Os comentários acima me dão um ânimo tremendo. Muitos dizendo que a Evolução é apenas hipótese, outro comparando Darwin a Hitler e outro ainda dizendo que não foi Darwin que a concebeu... E um em especial dizendo que descendo dos macacos. Olha, é pior: descendo dos primatas, muito mais antigos que os macacos. Mas pelo menos eles não inventaram um deus todo-poderoso que criou o mundo em seis dias e expulsou o homem do paraíso porque decidiu copular com Eva.
Comentário de: Alexandre [Visitante] · http://sciencecultureknowledge.blogspot.com/
13.10.09 @ 13:02Perguntas aos Criacionistas:
1) Quando foi que incesto passou ser pecado? Se descendemos de um único casal, imagina como deve ter sido a reprodução humana no começo!
2) O Homem de Neanderthal, uma outra espécie humana (da qual não descendemos), coexistiu com o Homo sapiens durante alguns milhares de anos. Quem foi que os criou? De quem eles descendem?
3) Em qual das cerca de 1.300 religiões existentes, cada uma das quais afirmando ser a única verdadeira, devemos acreditar? Por que?
4) Como explicar que os mesmos princípios, leis e teorias científicas que tornam possível a existência de computadores, medicamentos, aeronaves, aceleradores de partículas, etc, são inválidas quando aplicadas à biologia evolutiva (testes de carbono 14, por exemplo)?
5) Quantos de vocês já se deram ao trabalho de ler algo sobre antropologia, sociologia do conhecimento, epistemologia, história das religiões, neurobiologia, biologia evolutiva, arqueologia, psicologia (não confundir com psicanálise) ou cosmologia? Estas são algumas das principais ciências, humanas e naturais, cujo conhecimento acumulado, testado e comprovado, tornam impossível acreditar em mitos tribais como os que estão escrito na bíblia!
Comentário de: Sérgio Roswell [Visitante]
13.10.09 @ 13:36Prezado Piza,
LEGAL o comentário do JEW YORK TIMES. DAWKINS é um PICARETA.
A EVOLUÇÃO não é apenas uma HIPÓTESE. É UM FATO. EU SEMPRE DIGO ISSO.
DEPOIS, EU é que sou chato, EU é que "canso"...DANIEL PIZA se dá ao trabalho de responder a..."CREACIONISTAS". E "eles" ? não são chatos ?
NÃO comparei DARWIN a HITLER.
Minha loucura não chega tanto.
Apenas disse que ALÉM de DARWIN, ( que é um cientista maravilhoso ) o que MAIS diferencia NOSSA ESPÉCIE DAS OUTRAS é gente como HITLER, POL POT, STALIN, MAO, NERO, e tantos outros cidadãos comuns, que matam gente e animais com a maior crueldade. E SENTEM PRAZER NISSO...
Como você, DANIEL PIZA, também descendo de PRIMATAS. --- SOMOS PARENTES !!! COMO VAI A VOVÓ ? ----.
MAS, diferentemente de DANIEL PIZA, minha noção, e de muita gente, de DEUS, é muito diferente da noção idiota e infantil, dos CREACIONISTAS, de ADÃO ET EVA.
DANIEL PIZA parece não perceber que a CIÊNCIA é uma realização HUMANA. ( Pódem haver MUITAS OUTRAS CIÊNCIAS, com princípios diferentes...PODEMOS ESTAR ERRADOS...). E, dar TOTAL RAZÃO á CIÊNCIA, hu-ma-na, incompleta e defeituosa, é colocar O SER HUMANO COMO CENTRO DO UNIVERSO...
DANIEL PIZA diz não acreditar em DEUS.
MAS acredita no HOMEM COMO CENTRO DE TODAS AS COISAS...COMO STEVEN JONES.
NO FUNDO, Mr. Piza, ninguém SABE NADA.
NÃO HÁ FATOS.
APENAS VERSÕES.
Comentário de: Daniel Piza [Membro]
13.10.09 @ 13:59Dawkins não é picareta. Não foi você que comparou Hitler e Darwin - não se dê tanta importância. E nada tenho contra quem acredita em Deus, mas não me venha dizer que o criacionismo tem o mesmo valor científico que o evolucionismo.
Comentário de: Sérgio Roswell [Visitante]
13.10.09 @ 14:13Prezado Piza,
EU NÃO IA RESPONDER.
JURO. POR DEUS...
SE EU PUDESSE MA-TA-VA todos os CRIACIONISTAS. POR SUA IGNORÂNCIA.
Será que, AGORA, DÁ PRA ENTENDER ????
Comentário de: Daniel Piza [Membro]
13.10.09 @ 14:18Prezado Roswell,
EU NÃO IA RESPONDER.
JURO. NÃO POR DEUS...
SE EU PUDESSE DES-PRE-ZA-VA todos os que ACHAM QUE O SER HUMANO É O CENTRO DO UNIVERSO. Steve Jones também desprezaria...
Será que, AGORA, DÁ PRA ENTENDER ????
Comentário de: Losovoi [Visitante]
13.10.09 @ 14:34Eu não sei qual é problema com os primatas, duvido que teria tanta gente neurótica se tivéssemos evoluído de uma antiga espécie de golfinhos... Ou, sei lá, pôneis... Além disso, não entendo como as pessoas não aceitam a ideia de que não há necessidade de um criador.
Mas, vamos lá, se o tudo que conhecemos no Universo não pode ter surgido sem intervenção divina, logo, alguém deve ter criado esse Deus, não é mesmo?
É...acho que vocês estão rezando para o Cara errado.
Comentário de: Ronald Rahal [Visitante]
13.10.09 @ 18:52Como não sei de a mensagem seguiu da primeira vez, envio de novo.
Antes de mais nada, senhor Piza, meus parabéns pelo texto.
Notei que a maioria aceita o evolucionismo, assim como aceitamos o fato natural de respirar, sem perceber.
No entanto, repito o que disse no outro comentário.
Há aqueles que exorcisam Darwin como se fosse o próprio demônio, apelando para Bíblia, como se isso esclarecesse alguma coisa.
Há os que não concordam por causa de suas idiossincrasias.
E há finalmente os criacionistas filósofos, que confundem o leitor desatento, com seus jogos de palavras, nada esclarecendo. Não contribuem em nada para o avanço do conhecimento, sendo incapazes de demonstrar qualquer teoria alternativa, a não ser, a já tradicional intervenção sobrenatural.
Continue com seu archote, avivando a chama cambaleante do conhecimento, neste mundo cada vez mais dominado pelo obscurantismo fundamentalista, como já citou Carl Sagan.
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Daniel Piza é colunista de O Estado de S.Paulo. Site: www.danielpiza.com.br. Email: daniel.piza@ grupoestado.com.br
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