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09.02.10
FOTO: HONDA/DIVULGAÇÃO
Honda C 100 Dream chegou ao Brasil em 1992 e abriu caminho para a Biz
Há quase 18 anos, a Moto Honda da Amazônia começava a montar a C100 Dream. A motoneta de 100 cm³ vinha desmontada da Tailândia e inaugurava no Brasil o segmento CUB, sigla em inglês para Categoria Básica Superior. Essas motoquinhas têm em regra um escudo frontal, motor quatro-tempos e transmissão de quatro velocidades com embreagem automática (acionada pelo próprio pedal de câmbio durante as trocas de marcha).
Essa transmissão, associada ao peso reduzido (menos de 100 quilos), torna a pilotagem fácil. O relativo sucesso da Dream, que chegou a representar 8,7% das vendas de motos no Brasil em 1997 (dados da Abraciclo), fez a Yamaha colocar no mercado a Crypton 105, com estilo mais atual que o da Dream.
Naquele ano surgiria a Honda C100 Biz como evolução da Dream. A roda traseira pequena abriu espaço para um porta-capacetes sob o banco. O sucesso foi quase imediato, 50.165 unidades no segundo ano de vendas. No terceiro passaram de 72 mil e a participação da Biz no mercado nacional superou os 15%. Em 2005 veio a Biz 125, com motor mais potente e porta-objetos ligeiramente maior sob o banco.
Ano passado, a Dafra incluiu uma dessas, a Zig, em sua linha de produtos. Há uma semana, a Yamaha anunciou a volta da Crypton, que vem no fim de março em duas versões: partida a pedal, freios a tambor e tabela de R$ 4.550 ou partida elétrica, disco dianteiro e R$ 5.200. Outras fábricas sabem da importância dessa porta de entrada para o mercado de motos. A Kasinski já monta uma nova versão da Win 110, a Sundown continua fazendo a Web 100 e a Iros Motos importa a Moving 125, a qual pretende montar em Manaus.
Em 2009, as CUBs mais vendidas somaram pouco mais de 15% das motos emplacadas. Esse porcentual deve ao menos se manter neste ano. Quem pretende tirar habilitação para motos deve considerar a compra de uma dessas. Se você já teve algum modelo do tipo CUB, divida com a gente sua opinião sobre desempenho, economia de gasolina e agilidade no trânsito urbano.
08.02.10
Você sempre quis um Mini, mas ele parecia muito urbano, baixinho, apertado? Nas mãos da competente alemã BMW, o charmoso carrinho britânico ganha ares de aventureiro, sem tirar a originalidade de suas linhas.
O Mini Countryman, que já vem sendo chamado (exageradamente) de SUV, tem como principais novidades as duas portas traseiras e sistema 4x4 que funciona conforme a necessidade de tração nos eixos.
Com quatro portas o Mini cresceu para 4,1 metros de comprimento (o de duas portas, à venda no Brasil, tem 3,71 m) e terá opções de motor 1.6 com potências entre 90 e 184 cv.
As vendas começam em setembro na Europa. Façam fila.




07.02.10
Depois da Honda, com o Asimo, agora é a General Motors a xeretar em outra área: a robótica. Em parceria com a Nasa, a agência espacial americana, a fabricante mostrou semana passada dois protótipos de robôs "astronautas", os Robonaut R1 e R2.
FOTOS: DIVULGAÇÃO/GM


Aprimoramento de projetos criados há dez anos, os robôs são destinados a executar tarefas perigosas ou impossíveis para seres humanos. Tanto na terra como no espaço. Veja o vídeo sobre eles (narração em inglês):
Curiosa é a afirmação no release de que eles podem "trabalhar em segurança ao lado de pessoas". Oras, alguém imaginava que seria diferente?
06.02.10
Gostei tanto de um texto que li no final de janeiro sobre a adoração ao Fusca no Paquistão que reproduzo partes dele aqui. A autoria é de Igor G. Barbero, da agência espanhola de notícias EFE. Me deu uma vontade de ir pra Islamabad garantir minha Fuqueta...
"Dezenas de fãs dos Volkswagen Fusca se esforçam para manter vivo e visível o modelo clássico da marca alemã pelas estradas do Paquistão, país onde cada vez mais estrangeiros conquistam o sonho de ter um Fusca. 'Isto aqui é a meca do Volkswagen. É muito fácil e barato ter um', diz o paquistanês Romano Yusuf.
A história deste automóvel icônico - que a Volkswagen deixou de produzir em 2003 (o último é do México) - está praticamente ligada ao nascimento do país. Os primeiros Fuscas chegaram ao Paquistão pouco depois da sua independência, quando nos anos de 1950 alguns funcionários civis e oficiais do Exército que serviam no estrangeiro retornaram para casa trazendo os modelos. 'Depois ocorreram acordos de importação e os Fuscas entraram no país, mas a chegada dos modelos japoneses levou ao desaparecimento.' Muitos veículos viraram sucatas. 'Há 15 anos a moda do Fusca retornou ao país', explica Romano, que acredita que hoje restam 500 Fuscas dos cerca de 10 mil que já existiram no país.
Agora, comprar um destes carros no Paquistão e renová-lo totalmente pode sair por uma quantia que varia de 50 mil a 300 mil rúpias (R$ 1.000 a R$ 6.500), um valor muito baixo em comparação com o custo na Europa (e aqui também!). 'O Fusca é um desses carros que se destacam na estrada, é um grande veículo. Temos a responsabilidade de conservá-lo para as próximas gerações, de manter viva esta cultura, porque esteve aqui durante muitos anos', ressalta Salman Awan, outro usuário paquistanês.
'Ajudamo-nos uns aos outros. Consertar um Fusca no Paquistão é uma tortura. Na Europa, a restauração pode ser feita em um só lugar, mas aqui é preciso levá-lo a quatro ou cinco lugares, existem poucos mecânicos especializados e às vezes é preciso importar peças ou comprar um carro inteiro', diz Romano. 'O Fusca não é uma moda passageira, é um carro seguro, é um símbolo de outros tempos, de tecnologia alemã, de independência frente ao fluxo incessante das tendências. Podem comprá-lo pessoas de diferentes camadas, de estrelas do rock até um empresário ou um operário. Espero que siga entre nós por muito tempo'."
NÍCOLAS BORGES/AE
No Paquistão ou em Araxá (acima), um Fusca sempre vai brilhar
05.02.10
As alíquotas de IPI para veículos flex estarão reduzidas até o final o mês de março deste ano. E as fabricantes estão se preprando para garantir o estoque, além de manter os feirões. Tanto que o giro passou de 26 dias, em dezembro, para 36 em janeiro e há financiamentos com pagamento da primeira parcela só depois da Copa do Mundo.
A produção da indústria automobilística em janeiro foi de 243,4 mil unidades, porcentual 31,6% maior que o registrado no mesmo mês de 2009 segundo dados da Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
Em comparação a dezembro do ano passado, no entanto, houve queda de 3,7%. O presidente da Anfavea, Jackson Schneider, atribuiu a queda ao número reduzido de dias úteis. "O número é representativo e mostra que o mercado está retomando o ritmo de vendas."
As projeções de vendas de 3,400 milhões de veículos foram mantidas. "Já foram feitas baseadas no fim da redução do IPI, que terá efeitos. Só não vamos especular", afirmou Scneider. E aconselhou "quem pensa em comprar um carro, não deve deixar para março, pois poderá haver gargalos e falta de algumas configurações."
04.02.10
FOTOS: DIVULGAÇÃO

Um raro Lamborghini LP400 está à venda nos EUA por US$ 395 mil (cerca de R$ 720 mil). O Periscopo (o apelido evoca o diminuto vidro traseiro que lembra um periscópio) tem motor V12 4.0 de 380 cv e 37 mkgf.
Com câmbio manual sincronizado de cinco marchas, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 5,6 segundos e alcança 316 km/h, segundo a fabricante.
Foram produzidas apenas 150 unidades do Periscopo entre 1973 e 1978.

Interior é espartano. Câmbio manual tem cinco velocidades

Formato do diminuto vidro traseiro deu origem ao apelido do carro
03.02.10
FOTO: REPRODUÇÃO
Há tempos se comenta sobre o possível ingresso da Volkswagen no segmento de motocicletas, assunto que voltou a ser discutido em dezembro do ano passado, quando a montadora alemã anunciou a compra de 19,9% das ações da Suzuki.
Para apimentar ainda mais os rumores, o designer alemão Nils Poschwatta mostrou esta semana em seu site uma imagem antecipando como poderia ser o primeiro modelo de duas rodas da fabricante de automóveis, ao qual deu o nome de R-Moto.
Embora seja apenas uma hipótese, é curioso observar algumas semelhanças entre o esboço e outros equipamentos já existentes nas ruas. Uma delas é o motor, bastante parecido com os boxer da BMW. Já a carenagem e as lanternas dianteiras lembram a geração atual da Honda CBR 1000.
Por parte da Volks, não há nenhuma pista ou comentário sobre o desenvolvimento de motos. Mas que isso seria interessante, além de saudável para o setor, não há dúvida.
02.02.10
FOTO: MÁRIO CURCIO
Fazer 2011 tem novo visual e disco traseiro pelos mesmos R$ 10.950
A Yamaha resolveu renovar a vitrine de suas concessionárias. A Fazer 250, por exemplo, recebeu mudanças importantes de estilo e freio traseiro a disco. A moto chega no fim deste mês ou início de março pelos mesmos R$ 10.950 da versão anterior. O motor manteve os 21 cv a 8.000 rpm. Por ter injeção eletrônica, a moto responde bem ao acelerador e tem suspensões bem acertadas. O câmbio é de cinco marchas.
Outra Yamaha que chega este mês é a XJ6. Tem motor de quatro cilindros, 16 válvulas e 77,5 cv de potência. São duas versões. A XJ6 N (de Naked, sem carenagem, foto abaixo) vem com preço sugerido de R$ 27.500. Entre março e abril virá a XJ6 F (de Full, ou completa, com carenagem). Neste caso a tabela sobe para R$ 30.500.
FOTO: DIVULGAÇÃO
XJ6 vem para o lugar da linha FZ6. Acima, a versão N, de R$ 27.500
A fabricante também traz de volta a pequena Crypton, que saiu de linha em 2005. Ela vem no fim de março em duas versões: K, com partida a pedal, freios a tambor e tabela de R$ 4.550 e ED, com partida elétrica, freio dianteiro a disco e preço sugerido de R$ 5.200. A Crypton teve mudanças de estilo em relação à versão anterior, mas nem é tão diferente assim (compare as duas abaixo).
A atual tem escudo mais caprichado. A cilindrada subiu de exatos 101,8 para 113,7 cm³. A potência, que antes era de 8,3 cv a 7.000 rpm, caiu para 8,2 cv a 7.500 rpm. O torque subiu um tiquinho na nova, de 0,87 para 0,88 mkgf às mesmas 5.500 rpm. O modelo ainda tem boa força em baixas rotações e continua fácil de pilotar por causa do câmbio semiautomático de quatro marchas (que dispensa o manete de embreagem). Pena que não seja rotativo, quer dizer, a cada parada no semáforo é preciso reduzir as marchas uma a uma (não é possível passar direto de quarta para neutro, como na Honda Biz, por exemplo).
Outro porém é o espaço pequeno sob o banco. Com apenas quatro litros, não leva nenum tipo de capacete.
FOTOS: DIVULGAÇÃO
Nova Crypton 115 (acima) terá tabela entre R$ 4.550 e R$ 5.200
Antiga Crypton 105 saiu de linha em 2004, mas se parecia com a atual
01.02.10
Até parece algo contaminador. Depois da Toyota anunciar recall que deve atingir 5,3 milhões de carros nos EUA, Europa e China (Brasil não está incluído)- por causa de problemas no sistema do acelerador - a Honda também convoca os donos de Fit em vários países - como Japão e China. A Honda do Brasil informou que vai analisar se o problema abrange modelos feitos aqui no País. A ver.
São 646 mil modelos Fit, dos quais dispositivos das janelas podem sofrer superaquecimento se expostos a líquidos. Cerca de 10% dos carros vão exigir substituição dos dispositivos e o restante deverá precisar apenas de um conserto do defeito, que pode provocar o surgimento de fumaça, derretimento ou até pegar fogo.
Para você, a imagem de uma montadora fica 'arranhada' por causa de recall? Você teria alguma restrição em comprar um modelo ou qualquer carro de uma marca que passou por convocações?
Mande seu comentário!
ATENÇÃO - 5/2/10 COMUNICADO OFICIAL
Honda convoca proprietários do Honda Fit
A Honda Automóveis do Brasil convoca os proprietários do modelo Honda Fit, com os chassis abaixo relacionados, a comparecerem a partir do dia 10 de fevereiro a qualquer concessionária da marca para a aplicação gratuita de uma proteção adicional no interruptor principal de comando dos vidros elétricos. Em algumas unidades pode ocorrer a penetração de umidade no interruptor, comprometendo o seu funcionamento e, em casos extremos, gerar curto-circuito e risco de incêndio. Trata-se de um reparo simples, porém visando o conforto e a conveniência dos proprietários, a Honda recomenda o agendamento prévio em uma concessionária de preferência do cliente.
Esta campanha se estenderá até 10 de agosto de 2010 e abrangerá os veículos abaixo:
Modelo: Honda Fit
Ano de fabricação: 2003 a 2008
Chassis: .....4Z100001 a ....8Z218918
Unidades: 186.902 veículos
Os modelos New Fit e City não estão envolvidos na campanha.
31.01.10
Sarcástico, quase cruel esse artista Jeremy Dean. Ele comprou um Hummer H2 usado por US$ 15 mil para cortá-lo ao meio e transformá-lo em uma carroça.
FOTOS: BACKTOTHEFUTURAMA.BLOGSPOT.COM
O artista e sua arma: contra o símbolo do consumismo desenfreado
O projeto, em construção, é uma crítica aos rumos que a indústria automobilística tomou nos EUA. Lembre-se que o H2 é um dos maiores (ou seja, piores) símbolos do domínio dos utilitários esporte no mercado americano. Trambolhos enormes e beberrões, entre outros adjetivos.

Para Dean, carroças serão a solução se não houver mudanças urgentes
A ideia de Dean remete a um período crítico da história americana. Quando ocorreu a crise de 1929 a falta de dinheiro foi geral. No sul do país, a solução foi cortar os carros - ninguém tinha recursos para comprar gasolina - e adaptar varões às carrocerias, para prendê-los a cavalos.

Hoover Cart de 1932. Solução insólita em época de crise
A solução insólita, que virou um dos símbolos da época, ganhou o apelido de Hoover Cart (Carroça Hoover), já que o presidente Hoover foi considerado o responsável pela crise.
O projeto leva o nome de Back to the Futurama (De volta a Futurama), em alusão a uma exposição ocorrida na Feira Mundial de Nova York em 1939 que tentava mostrar o mundo vinte anos à frente. A exposição foi patrocinada pela... General Motors.

Assim ficará o Hummer Carroça. Gostou?
Segundo Dean, a carroça Hummer manterá todo o glamour e sofisticação originais, com farto uso de cromados, GPS, sistema de som e tocador de DVD, além de telas de LCD. Mas será puxada por um cavalo.
30.01.10
Agora em fevereiro chegará ao Brasil o equipamento do sonho pra quem acha que fazer baliza é um pesadelo, o assistente de estacionamento. Em português claro, trata-se de um sistema que faz o carro estacionar quase automaticamente, fazendo o trabalho sujo do estacionamento parelelo: achar a vaga e esterçar o volante durante toda a manobra. Ao motorista, resta engatar as marchas certas, acelerar e frear.
A novidade, junto com uma câmera traseira com tela colorida no painel, vai custar R$ 3.765 adicionais aos R$ 99 mil do Volkswagen Tiguan. Preço promocional sem tempo determinado - o SUVzinho alemão custa R$ 124 mil na tabela sugerida. Mas ele não estará sozinho. Também no mês que vem outro modelo germânico mostrará seus dotes "estacionativos", o Mercedes-Benz Classe B. O monovolume terá a mamata instalada de série na safra 2010/10 das versões B 180 Comfort e B 200 Turbo, de R$ 99.800 e R$ 145 mil, respectivamente.
Eu testei o recurso do Tiguan anteontem e gostei. A sensação de ver o volante girando sozinho na sua frente é estranha, mas o resultado é incrível. Os tecnófobos deverão torcer o nariz, mas o bom é que você pode fazer tudo sozinho, à moda antiga, se quiser, ou mesmo interromper a atuação do sistema a qualquer momento.
Pra ver com seus próprios olhos, assista ao vídeo abaixo:
29.01.10
Essa semana, durante uma conversa informal por telefone, descobri que a Kia tem mais de 20 veículos sendo utilizados nas gravações da novela da Globo “Viver a vida” e outros tantos na concorrente Record, no reality show “A Fazenda”. Mas a marca sul-coreana não está sozinha, a Fiat, há anos, investe pesado em merchandising no “Big Brother Brasil” (Globo), sorteando carros entre os participantes do programa. Na atual edição, até as pessoas que ligam para votar no tal “paredão” concorrem a um Fiat zero-km.
Há outros inúmeros exemplos, como o da Effa Motors, que cedeu um M100 verde para a novela Caminho das Índias (também da Globo), no ano passado.
Colocar praticamente toda a linha de veículos no horário nobre das maiores emissoras do País, como é o caso da Kia e da Fiat, deve custar um bocado. Mas será que vale a pena? Você compraria um determinado carro só porque viu ele na novela ou num reality show?
27.01.10
Entre os dias 4 e 14 de março ocorrerá o Salão de Genebra, na Suíça. O evento, que já é considerado por alguns executivos do setor o mais importante da Europa – mais até que os de Paris e Frankfurt (Alemanha), terá algumas boas novidades para os brasileiros.
A principal deverá ser o Micra, compacto mundial que a Nissan produzirá na Argentina, entre outros países. Ele será lançado no Brasil no ano que vem.
Já a estreia do Audi A1 está confirmada. O menor carro da marca alemã deve começar a ser vendido no Brasil no ano que vem.
Uma das atrações é o Nissan Micra, que virá no ano que vem
O Salão de Genebra é, em minha opinião, o mais gostoso de visitar. Pouco maior que o de São Paulo, é dividido em dois pavilhões de carros – um terceiro tem acessórios e tecnologia.
Para comparação, o Salão de Frankfurt tem 10 pavilhões. Ainda assim, Genebra não fica devendo em estreias mundiais às mostras da Alemanha e de Paris.
Os pavilhões são menores, mas as montadoras sabem aproveitá-los bem. Em vez da exposição de todos os modelos da linha, mostram apenas as estreias mundiais e europeias e os carros mais recentes. Assim, é mais fácil o público ver o que realmente interessa e ainda não está nas concessionárias.
Nas próximas semanas, mostrarei outras novidades que estarão em Genebra.
26.01.10
Provavelmente você já notou que o álcool subiu de preço e a gasolina se tornou mais vantajosa em muitos postos. Para saber o que colocar no tanque de seu carro é preciso dividir o preço do combustível vegetal pelo do derivado de petróleo. Se o resultado for maior que 0,7, deve-se optar pela gasolina, como no exemplo a seguir: R$ 1,80 : R$ 2,50 = 0,72. Outra forma é utilizar uma FlexCalc, criada há dois anos e meio pelo jornalista especializado Bob Sharp e o engenheiro André Antônio Dantas.
FOTOS: MÁRIO CURCIO/AE
Na metade superior do objeto estão as escalas com preços para o litro de gasolina (fundo amarelo) e do álcool (fundo verde). Chegando ao posto de combustível, você alinha os valores praticados (2.5 ou R$ 2,50 da gasolina e 1.8 ou R$ 1,80 do álcool).
Feito isso, a metade inferior da FlexCalc indicará o combustível a escolher naquele momento, como na imagem abaixo.
A FlexCalc é feita de discos de papel e por isso é fina e cabe fácil no porta-luvas. Pode ser encontrada em Moema, zona sul, na Empório Divino, por R$ 6. A loja fica na Alameda dos Nhambiquaras, número 904.
25.01.10
Após chegar num certo equilíbrio tecnológico com segurança e qualidade, as grandes montadoras avançam para oferecer recursos diferenciados – de sistemas de navegação por comando de voz à integração do carro ao seu celular ou laptop. Com o GPS, você vai além de achar um simples restaurante: poderá checar até a opinião dos críticos sobre o local.
Ao mesmo tempo, surgem longas discussões, principalmente nos EUA, sobre a questão de segurança: até que ponto fazer essa sincronização do computador de sua casa (ou trabalho) para o painel do carro é segura?
Seja por toque na tela ou comando de voz, especialistas insistem em reforçar: o uso desses acessórios leva o motorista à distração e a busca do lucro em detrimento da segurança é muito perigosa - para motoristas e pedestres.
Estudos de Harvard, EUA, estimam que falar ao celular causou 2.600 acidentes fatais nos EUA em 2003. Um pesquisador de um instituto de tecnologia da Virginia, EUA, profecia que quanto mais recursos o motorista tiver no painel os riscos de acidente só vão crescer, e de forma exponencial.
Fabricantes, por sua vez, refutam a polêmica e dizem que segurança continua sendo prioridade. Não acreditam que sistemas por comando de voz distraiam e justificam que muitos recursos só funcionam quando o carro está parado.
Difícil questão, não é? Na prática, posso afirmar que é muito fácil perceber quando um motorista fala ao celular ou acessa seu GPS com o carro em movimento: anda devagar, não consegue se manter em linha reta, faz movimentos bruscos e não sinaliza em mudanças de faixa.
O que você leitor acha dessa polêmica? Mande seu comentário

Cada vez mais sistemas integram carro aos computadores: é seguro?
24.01.10
Que tal esse vídeo, da BMW, ensinando como fazer drifting na neve? Os carros são o X5 M e o X6 M (o M é de Motorsports, a divisão de preparação esportiva da marca).
Na segunda parte do vídeo eles mostram como subir e descer montanha com neve. A narração é em inglês, mas é fácil de entender.
Detalhe: repararam como os pilotos seguram no volante? E na posição de seus bancos? É assim que se dirige corretamente, bem diferente do que se vê nas ruas.
23.01.10
O tema do vídeo acima é o mesmo da matéria de capa do Jornal do Carro de hoje: a presença dos brasileiros na cena japonesa do drift ("dorifutô", como eles dizem por lá - ou apenas "dôri"), que pude conhecer no final do ano passado, quando fui cobrir o Salão de Tóquio. Pra se divertir nas horas vagas, alguns conterrâneos nossos se aproveitam do fato de o Japão ser a terra do esporte dos automóveis-caranguejos e da fartura de carros e equipamentos apropriados a preços razoáveis. Esse videozinho é um microresumo do que eu vi. Para mais detalhes, leia o JC...
22.01.10
TIAGO QUEIROZ/AE

A Secretaria dos Transportes estima que cerca de 1,5 milhão de veículos circularão pelas estradas do interior e litoral do Estado no feriado do aniversário de São Paulo, 25 de janeiro.
E mesmo evitando os horários de pico - que serão das 15h às 23h hoje e das 12h às 24h de segunda-feira -, os motoristas que passaram até 12 horas nas estradas nos feriados das festas de final de ano sabem que o problema não é apenas o tráfego intenso.
Só no Sistema Anchieta- Imigrantes, foi atendida uma média de 435 veículos por dia, 18 por hora, segundo a Ecovias. Entre os principais problemas apresentados pelos 6.011 veículos, estiveram pane elétrica, seca, mecânica ou danos nos freios.
Boa parte das panes poderia ter sido evitada se o proprietário do veículo ao menos verificasse o estado das rodas e dos pneus, o nível do líquido de arrefecimento e trocasse o óleo do motor e as pastilhas do freio conforme recomendação do fabricante.
E você, caro leitor, qual foi seu recorde de atraso de viagem provocado por veículos quebrados?
21.01.10
WERTHER SANTANA/AE
Caso o nível da água ultrapasse o meio da roda, não prossiga
Com as fortes chuvas que continuam caindo sobre a cidade, é importante relembrar as dicas de especialistas para evitar, além de danos materiais, risco aos ocupantes do carro.
Fuja de área inundadas. A recomendação é nunca tentar atravessar trechos alagados.
Caso seja pego de surpresa, verifique o nível da água. Se estiver acima do meio da roda, tranque o carro e saia do local imediatamente;
Durante a travessia, mantenha velocidade reduzida e a rotação do motor alta – a cerca de 2.500 rpm. Além de reduzir a formação de “ondas”, isso evita que o motor e componentes eletrônicos sejam afetados pela água e permite melhor controle da direção do veículo;
Se o motor “apagar”, jamais tente dar partida. Desligue o contato, tranque o carro e saia do local. Assim que possível, leve-o de plataforma até uma oficina de confiança;
JB NETO/AE
Se o motor apagar durante a travessia, tranque o carro e saia do local
20.01.10
Na próxima segunda-feira, a Peugeot da China deverá mostrar as fotos e revelar detalhes do Peugeot 408. Apesar do nome, ele não é o sucessor do 407, mas do 307 Sedan. E também substituirá a versão feita na Argentina.
FOTOS: PEUGEOT/REPRODUÇÃO

Enquanto as fotos do carro por inteiro não “saem do forno”, a Peugeot chinesa divulgou, nesta semana, imagens de partes do sedã.

A partir delas, nota-se que a dianteira é praticamente a mesma do hatch 308, que está à venda na Europa. Atrás, nada do desenho esquisito, com ares de ultrapassado, do 307 Sedan. Os contornos se casam perfeitamente com os da dianteira.

O interior também parece ser uma grande evolução em relação à linha 307. As molduras nos mostradores e nas saídas de ar dão um bom aspecto ao acabamento, e o carro aparenta ter espaço interno superior ao do sedã 307.
Aqui, a Peugeot deve batizar o modelo de 308 Sedan e ela começará a ser feito na Argentina no segundo semestre. O lançamento ocorrerá ainda este ano.
Lúcia Camargo Nunes é curiosa por natureza. Adora combinar carros com boa música e escreve todas as segundas
Mário Curcio está no blog às terças. Avalia carros, motos e outras "coisas" com rodas!
Rafaela Borges é uma jornalista que não descansa nunca. Adora falar sobre marketing e mercado dos carros. Escreve todas as quartas
Tião Oliveira fica o tempo todo de olho no mercado de novos e usados, adora acelerar carrões e escreve às quintas
Nícolas Borges lê o JC desde 1982 e prega o prazer de guiar, de uma bicicleta motorizada a um superesportivo.
Luís Felipe Figueiredo, é de Cruzeiro, gosta de graxa, velocidade e guitarras. Prefere potência específica a cilindrada.
Michel Escanhola, Herdou a paixão por automóveis do avô, mecânico. Cauteloso e antenado com o mercado, não se impressiona com carrões. Prefere sempre a melhor relação custo-benefício.
Viviane Biondo, Carros sempre a fascinaram. Acredita que sem eles e uma trilha sonora, não se contam boas histórias. Detalhista, está sempre atrás dos porquês de tudo. Os modelos compactos são seus preferidos.
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