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29.12.08

Publiquei aqui no portal algumas informações que estão no meu livro TV digital no Brasil: Tecnologia versus política (Editora Senac São Paulo). É só clicar na capa aí ao lado. Você pode consultar, entre outras coisas, as fases da história da televisão no Brasil, uma cronologia da definição do sistema de TV digital, a evolução da base de telefones fixos e móveis e um pequeno glossário.
Aproveito o post para avisar que este blog dá um descanso ao leitor e volta em 26 de janeiro.
Feliz Ano Novo!
27.12.08
O registro de endereços na internet, que vinha crescendo cerca de 30% ao ano, avançou somente 19% no terceiro trimestre deste ano, comparado ao mesmo período de 2007, chegando a 174 milhões em todo o mundo. "Os efeitos da crise só devem ser sentidos neste trimestre", disse Erica Saito, gerente de Marketing para América Latina da VeriSign. "É a primeira vez que o crescimento fica abaixo de 20%." A VeriSign é responsável pelo registro dos endereços com final .com e .net.
Do total, 68,9 milhões de domínios tinham código de países. O mais popular entre os códigos de países é o .cn, da China, que ultrapassou o da Alemanha (.de) no trimestre passado. O código da China é o segundo mais popular no mundo, depois do .com. O crescimento anual do domínio .cn foi de 76% em 12 meses. "O .cn está em promoção há mais de um ano", disse Erica. "Custa US$ 0,13 o registro."
No ranking dos códigos de países, o Brasil (.br) subiu do nono para o oitavo lugar. O registro de endereços com final .br recebeu o incentivo de uma mudança na política do Comitê Gestor da Internet no Brasil em maio, que passou a registrar em endereços para pessoas físicas. Antes, a entidade exigia um número de CNPJ para fazer o registro. Existe atualmente cerca de 1,5 milhão de registros .br, segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil.
Mais informações no Estado de hoje, 27/12 ("Decresce registro de endereços na internet", p. B8).
25.12.08
A Intel Capital, braço de investimentos da fabricante americana de processadores, acaba de investir na brasileira Truetech, especializada em vídeo via internet. "Vemos grandes oportunidades agora", disse Ricardo Arantes, diretor para a América Latina da Intel Capital, referindo-se ao ambiente de crise. "As avaliações das empresas seguem parâmetros mais razoáveis. Estamos animados e esperamos fechar mais um negócio no primeiro trimestre."
Além da Truetech, a Intel Capital tem investimento em oito empresas brasileiras de tecnologia: Ativi, Certisign, Digitron, InfoServer, Neovia, TecTotal, Virtus e Yavox. O objetivo da Intel Capital é incentivar mercados que aumentem a demanda por produtos da empresa, em setores como casa e escritório digitais, mobilidade e fabricação de placas e chips.
O valor do investimento na Truetech não foi revelado e, quanto à participação comprada, a Intel só informou que é minoritária. "Costumamos comprar de 10% a 35% das empresas, investindo de US$ 1 milhão a US$ 50 milhões. Mas isso não quer dizer que o limite seja US$ 50 milhões", disse Ricardo Arantes, diretor para América Latina da Intel Capital. Não existe um limite predefinido para a empresa, pois seus recursos vêm do caixa da Intel.
Mais informações no Estado de hoje, 25/12 ("Intel Capital investe em empresa brasileira", p. B7).
23.12.08

Larry Lars montou um presépio com personagens de Lego da série Guerra nas Estrelas, para participar de um concurso. Ele foi entrevistado pelo blog oficial de Star Wars (em inglês).
Feliz Natal!
Via Make: Blog.
21.12.08


A compra da Brasil Telecom (BrT) pela Oi (antiga Telemar) forma o maior grupo de telecomunicações do País. Seria a volta da Telebrás, em abrangência, se São Paulo não estivesse com a Telefônica. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu sua anuência prévia à operação na quinta-feira, num processo que teve forte intervenção do governo. Os vencedores foram a Andrade Gutierrez, do empresário Sérgio Andrade, e a La Fonte, de Carlos Jereissati, controladores privados da operadora. A trajetória vitoriosa da empresa, no entanto, não seria possível sem o amplo apoio de recursos públicos, desde a privatização.
Ainda hoje, 61,35% das ações da Telemar Participações estão nas mãos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e de fundos de pensão de estatais. O restante é dividido, em partes iguais, entre Andrade Gutierrez e La Fonte. Para fazer a reestruturação societária da empresa e permitir que os dois sócios comprassem a participação dos outros acionistas privados, o BNDES chegou a desembolsar R$ 2,569 bilhões, sendo R$ 1,33 bilhão como empréstimos aos dois controladores.
A compra da Brasil Telecom é o maior investimento já feito pela Andrade Gutierrez, que deixa de ter na construção pesada sua principal atividade. No ano passado, as telecomunicações já responderam por um terço dos R$ 7,9 bilhões faturados pelo grupo. A área de telefonia também passa a ser a maior fonte de receita do Grupo Jereissati, que fatura cerca de R$ 3 bilhões ao ano, e administra shopping centers.
Antes do leilão do Sistema Telebrás, há 10 anos, os donos da Oi chegaram a ser chamados de “telegangue” e “rataiada” por Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-ministro das Comunicações e ex-presidente do BNDES, em conversas gravadas ilegalmente que levaram à sua saída do governo. Eles eram vistos como um consórcio que só participaria do leilão para aumentar a concorrência e que acabaria com nada, por falta de capacidade financeira.
Mais informações no Estado de hoje, 21/12 ("Com BrT, Oi quase recria a Telebrás", p. B12).
19.12.08
A diretoria da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (TelComp), que reúne concorrentes da Oi e da Brasil Telecom, vai se reunir hoje (19/12) para decidir uma reação à anuência prévia da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) à fusão das duas empresas. Segundo Luis Cuza, presidente da TelComp, as possibilidades incluem desde dar entrada em uma medida cautelar na Anatel e no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a uma medida judicial.
"A compra da BrT pela Oi vai ser danosa ao consumidor e vai afastar novos investimentos no setor de telecomunicações no Brasil", disse Cuza. O executivo destacou que o investidor precisa de transparência e consistência na política setorial, para que tenha segurança para colocar dinheiro no País.
Na visão do presidente da TelComp, os dois itens não estiveram presentes na decisão da Anatel. A operação foi aprovada em tempo recorde, de 27 dias, o que seria um problema de consistência. Além disso, Cuza afirmou que a Anatel não apresentou estudos sobre o impacto no mercado, o que significaria falta de transparência.
No Estadão de hoje ("Concorrentes devem contestar decisão", para assinantes, p. B16).
18.12.08
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu hoje (18/12) sua anuência prévia para a compra da Brasil Telecom pela Oi. O processo foi analisado em tempo recorde. A aquisição recebeu apoio forte do governo, que chegou a mudar as regras do setor para que pudesse ser aprovado. Os bancos estatais destinaram R$ 6,869 bilhões à operação.
17.12.08
A decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de suspender a reunião da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que decidiria sobre a anuência prévia à compra da Brasil Telecom, pode ser um bom negócio para a Oi.
Caso não seja revertida hoje (17/12), a decisão dará mais tempo à operadora para fechar o negócio, mantendo dinheiro em caixa em tempos de crise. O contrato assinado entre as empresas prevê um prazo adicional de 125 dias em caso de contestação judicial ao negócio.
Sem nenhuma contestação, o prazo venceria no domingo. O adiamento também pode ser bom para a Anatel, já que, se a agência aprovar o negócio hoje, terá sido o processo de anuência prévia mais rápido de sua história. Depois de a agência mudar as regras do setor para permitir a compra, aprovar a operação em prazo recorde poderia abrir espaço para críticas.
16.12.08
A Embratel também entrou na briga da TV por assinatura. A empresa começou este mês a vender seus serviços de televisão via satélite. A empresa vem concorrer com a Sky, a Telefônica e a própria Net, da qual compartilha o controle com as Organizações Globo. "Na próxima semana, começaremos uma campanha de marketing nacional", informou Antonio João (foto), diretor responsável pelo Via Embratel, como foi chamado o serviço.
A operadora adotou uma estratégia agressiva de preço. O pacote mais barato, com 20 canais, custa R$ 59,90 e inclui cinco canais da Globosat (SporTV, SporTV2, Globo News, GNT e Multishow). O pacote básico da Telefônica, com 24 canais, incluindo a Globosat, sai por R$ 74,90. O mais barato da Sky, com 100 canais, custa R$ 109,90 por mês. A Net tem um pacote de R$ 49,90 com os canais abertos, mas o menor preço para os canais pagos é de R$ 69,90.
"Estamos com o serviço em 400 cidades", disse João. "Até abril, teremos distribuição em 90% do território nacional." A operadora oferece o equipamento em comodato, sem custos, para quem assinar um contrato de fidelidade de 12 meses. Segundo o executivo, a rede de revendas inclui empresas que eram representantes da Sky ou da DirecTV antes da fusão das duas concorrentes e acabaram ficando de fora depois da união, além de companhias que atuavam em outras áreas, como informática.
Mais informações no Estado de hoje, 16/12 ("Embratel entra na disputa da TV paga", p. B14).
14.12.08

Quer saber quais são os produtos que vão chegar aos mercados nos próximos meses? Já dá para testar alguns deles nas lojas próprias dos fabricantes de eletroeletrônicos, que mostram novidades que nem estão à venda no País (ou estão à venda de forma muito limitada). É o caso do televisor com tela de diodo orgânico emissor de luz (Oled, na sigla em inglês), tecnologia usada normalmente para telas pequenas, em aparelhos como celulares. A TV tem 11 polegadas (foto), tela com três milímetros de espessura, custa US$ 2,5 mil nos Estados Unidos e está em exposição na loja Sony Style, do Shopping Cidade Jardim, em São Paulo.
"Essa televisão é um objeto de desejo", afirmou Paulo Jaen, gerente de Negócios Diretos da Sony. Muitos consumidores vêem o produto e querem comprar. A Sony inaugurou sua primeira loja em abril, em São Paulo, e a segunda, em Brasília, começou a funcionar no mês passado. "Como negócio, o resultado das lojas é muito pequeno", reconheceu Jaen. "O importante é reforçar a presença da marca e conhecer melhor o consumidor."
A Sony vende os produtos em suas lojas, enquanto outros fabricantes, como a Panasonic e a Samsung, usam seus estabelecimentos para mostrar os produtos, sem vendê-los. "Se não vendêssemos, não conseguiríamos conhecer a experiência completa do consumidor, que inclui o pós-venda", disse o gerente da Sony. As concorrentes que não vendem argumentam que não querem competir com os parceiros comerciais.
A Samsung criou a sua loja do Shopping Morumbi, em São Paulo, há três anos, sendo pioneira neste movimento no Brasil. "Nós usamos a loja-conceito como laboratório", disse Carlos Werner, responsável pela Diretoria de Marketing da Samsung. "Prestamos muita atenção no que o consumidor diz para a gente." Ele citou como exemplo os televisores brancos, que foram colocados primeiro na loja, para testar o interesse do cliente, antes de serem lançados comercialmente. "Se houver muito interesse em algum produto exposto, podemos até importá-lo, vendendo-o através de um dos parceiros."
Mais informações no Estado de hoje, 14/12 ("Loja própria mostra a tecnologia do futuro", p. B13).
11.12.08

A Casio lançou lá fora versões coloridas de seu relógio-calculadora Databank, a US$ 59. O modelo em preto é mais caro, e sai por US$ 69.
Via Boing Boing Gadgets (em inglês).

Bentô é a marmita japonesa. Anna The Red fez um bentô com o robô Wall-E feito de omelete e a robô Eva de ovo cozido.
Via Gizmodo (em inglês).
10.12.08
Foi lançado ontem (9/12) o blog Startupi, especializado em empresas iniciantes da internet brasileira. À frente dele está o Alexandre Fugita, do Techbits. A idéia surgiu da dificuldade enfrentada pelo investidor americano Michael Nicklas de encontrar informações sobre os empreendimentos de tecnologia no País. Nicklas criou por aqui a holding SocialSmart, dona do blog. O Startupi é uma resposta brasileira ao TechCrunch.
Via Ladybug Brasil.
09.12.08
crise chegou com força ao mercado de ações. O volume mundial de aberturas de capital de empresas (IPOs, na sigla em inglês) este ano é o menor desde 1995, segundo dados da Ernst & Young. Até novembro, 745 empresas fizeram sua oferta de ações inicial, levantando US$ 95,3 bilhões, frente a 1.790 IPOs verificados no mesmo período do ano passado, que somaram US$ 256,9 bilhões.
De janeiro a novembro de 1995, houve 374 aberturas de capital no mundo, atingindo um total de US$ 52,4 bilhões. O levantamento mostrou que 298 aberturas de capital foram adiadas ou canceladas este ano. Em 2007, foram 167.
"Quem sofreu muito foram os países do Bric", disse o sócio da Ernst & Young, Paulo Sergio Dortas, referindo-se ao grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China. No Brasil, foram somente quatro IPOs, comparados a 116 na China. "O principal fator é a expectativa de crescimento econômico, que se reflete no retorno ao investidor", explicou Dortas.
Até o mês passado, foram feitas 163 aberturas de capital nos Brics, levantando US$ 28 milhões. No mesmo período de 2007, haviam acontecido 365 transações, que totalizaram US$ 106,8 bilhões.
Apesar de terem acontecido somente quatro aberturas de capital no Brasil este ano, uma delas ficou entre as três maiores do mundo. A OGX Petróleo e Gás Participações, do empresário Eike Batista, levantou US$ 4,1 bilhões na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Desde lá, no entanto, as ações da empresa perderam 70,11% do seu valor.
Mais informações no Estado de hoje, 9/12 ("Total de IPOs no mundo é o menor desde 1995", p . B12).
08.12.08

A desaceleração da economia brasileira fará com que deixem de ser criados 1 milhão de empregos no próximo ano, segundo José Pastore (foto), professor de Relações do Trabalho da Universidade de São Paulo. Com isso, não haverá postos suficientes para absorver cerca de 2,5 milhões de novos trabalhadores que irão ingressar no mercado em 2009. "A taxa de desemprego pode subir 1,5 ponto, em relação ao que esteve em outubro, chegando a 9% no fim do ano", disse Pastore.
O Ministério do Trabalho prevê que, este ano, serão criados 2,5 milhões de postos, como resultado de um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 5,2% ou 5,3%. "Numa conta rápida, são cerca de 500 mil postos de trabalho para cada 1 ponto de crescimento econômico", diz Pastore. "Se reduzir de 5% para 3%, vai haver uma redução drástica de postos de trabalho. As pessoas que entrarão no mercado de trabalho vão se somar ao estoque de desempregados que já existe em 2008." Seriam criados, no ano que vem, perto de 1,5 milhão de postos de trabalho, para 2,5 milhões de novos trabalhadores.
"Esse número de 500 mil trabalhadores por ponto porcentual de crescimento é até um pouco liberal", diz. "As últimas pesquisas mostram que, com a entrada da tecnologia, cada ponto de crescimento está gerando mais ou menos 400 mil. A tecnologia entrou para ficar. Então, no ano que vem, o problema pode ser um pouco mais sério, com 3% de crescimento."
Foto: Elza Fiúza/ABr - 28/3/2007
Mais informações no Estado de hoje, 8/12 ("Com crise, déficit de empregos será de 1 milhão em 2009", p. B5).
06.12.08

O gaúcho Rafael Grampá, autor da história em quadrinhos Mesmo Delivery e um dos ganhadores do prêmio Eisner deste ano nos Estados Unidos, desenha o detetive sobrenatural John Constantine no número 250 da revista Hellblazer, que chega às bancas lá de fora no dia 17 deste mês. Grampá desenha uma história escrita por Brian Azzarello. Em seu blog, o quadrinhista brasileiro mostra como ficou.
Via Trabalho Sujo.
No terceiro trimestre do ano, o número de telefones móveis no Brasil cresceu 22,9%, quando comparado com o mesmo período de 2007, chegando a 711 terminais por mil pessoas. O total de computadores avançou 22,6%, alcançando 213 unidades por mil pessoas. Mesmo assim, o País ficou em quinto lugar entre seis países latino-americanos no Índice da Sociedade da Informação (ISI), medido pela Universidade de Navarra e pela consultoria espanhola Everis. No ranking anterior, era o último, atrás da Colômbia.
O País registrou 4,52 pontos no indicador, que tem uma escala de zero a dez, ficando abaixo da média da América Latina, que é de 4,68 pontos. O cálculo do ISI leva em conta fatores tecnológicos, como investimentos no setor e número de telefones e computadores, e de entorno, como inflação, risco país, renda per capita, eficiência energética e desemprego.
A inflação anualizada de 6,2% no terceiro trimestre prejudicou o Brasil no bloco dos indicadores gerais. Nessa área, houve impacto positivo da melhora da nota de risco do País pela Standard & Poor?s e da queda do desemprego, de 9,3% para 7,7%.
"No último ano, o Brasil evoluiu muito", afirmou Teodoro López, sócio responsável por telecomunicações da Everis Brasil. Apesar da colocação no ranking, o País teve o maior avanço no ISI, com um aumento de 4,1% na pontuação, acima da média de 1,8% da América Latina. A previsão para o terceiro trimestre do ano que vem é que o avanço brasileiro desacelere, apesar de ainda ficar acima da média da região.
Mais informações no Estado de hoje ("Brasil fica em penúltimo em ranking de tecnologia", p. B13).
05.12.08

O site Old Computers (em inglês) traz informações sobre computadores antigos. Acima, um TRS-80, da Radio Shack, lançado em agosto de 1977 nos Estados Unidos. Ele tinha 4 quilobytes de memória, expansível para 12 quilobytes. Os dados eram armazenados numa fita cassete. Custava US$ 600, com monitor.
Meu primeiro computador foi um D-8000, da Dismac, genérico do TRS-80, da época da reserva de mercado de informática.
Via Beyond the Beyond.

Pena que não dá tempo para o Natal: a Wiz, fabricante japonesa de brinquedos, vai lançar por lá, em janeiro, um Ultraman que voa de verdade, com controle remoto. O preço? US$ 35.
Via Gizmodo (em inglês).
04.12.08

O site Rabittooth mostra os personagens da série Star Trek em versão vitoriana.
Via Make: Blog (em inglês).
Renato Cruz é repórter do Estadão e autor do livro TV digital no Brasil: Tecnologia versus política (Editora Senac São Paulo). www.renatocruz.com
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