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18.01.10

por Nilton Fukuda, Seção: Bastidores 16:17:31.

O fotojornalista JF Diorio e o repórter Roberto Almeida estão na selva amazônica desde o dia 01 de dezembro de 2009. Na medida do possível, de tempos em tempos, eles enviam o relato da expedição na Frente Etnoambiental Vale Javari, região oeste do estado do Amazonas. A expedição organizada pela Funai, busca indícios da existência de índios nunca antes contactados. As matérias podem ser acessados no Especial: Na Trilha dos Isolados e as fotos no blog, Olhar Sobre o Mundo

Fotos: JF Diorio/AE

O jornalista Roberto Almeida envia matérias do barco


Diorio, à direita, em momento de descanso

 


06.01.10

por Nilton Fukuda, Seção: Bastidores 16:35:50.

Em cobertura de política, na maioria das vezes, as fotos são bem previsíveis. Entretanto, por vezes, surgem algumas imagens engraçadas, para não dizer outra coisa.

Foto: Paulo Liebert/AE

Governador José Serra usa roupas especiais durante visita ao Instituto Butantã

Foto: Marcio Fernandes/AE

Presidente Lula faz alongamento durante férias na Praia de Inema, na Bahia

 


01.01.10

por Nilton Fukuda, Seção: Bastidores 15:56:09.

Enquanto o presidente Lula descansa, jornalistas de plantão esperam por sua aparição na Praia de Inema, cerca de 40 km de Salvador, na Bahia. O problema é que a praia é de acesso restrito e imagens, só de longe.

Foto: Marcio Fernandes/AE

Praia fica dentro da Base Naval de Aratu e é de acesso restrito


Plantão de ano-novo na Praia de Inema

 


18.12.09

por Nilton Fukuda, Seção: Bastidores 16:31:38.

Anualmente os jornais 'O Estado de S. Paulo' e 'Jornal da Tarde' premiam os melhores trabalhos publicados pelos jornais. Neste ano, na categoria Fotografia no 'Estadão', Evelson de Freitas ganhou primeiro prêmio com o conjunto de fotos de atletas com deficiência. Em segundo ficou Hélvio Romero com uma foto do encontro entre Lula e Collor. Em terceiro, Tiago Queiroz com a série sobre os locais percorridos por Euclides da Cunha na Amazônia.

No JT, o primeiro prêmio foi para Valéria Gonçalvez com as fotos sobre o avanço do crack na classe média (veja ensaio no Olhar Sobre o Mundo). Em segundo ficou José Patrício com a foto do homem que possuía a prova do Enem. Em terceiro ficou Paulo Pinto com a foto sobre a gripe suína.

Primeiro lugar 'Estadão'. Foto: Evelson de Freitas/AE

Primeiro lugar JT. Foto: Valéria Gonçalvez/AE

Segundo lugar Estadão. Foto: Hélvio Romero/AE

Segundo lugar JT. Foto: José Patrício/AE

Terceiro lugar Estadão. Foto: Tiago Queiroz/AE

Terceiro lugar JT. Foto: Paulo Pinto/AE

 


09.12.09

por Nilton Fukuda, Seção: Fora da página 18:44:30.

Foto: Arnaldo Carvalho/JC

Foto compõe a série 'Exilados na Fome'

O vencedor do Prêmio Esso de Jornalismo 2009 na categoria Fotografia foi o repórter fotográfico Arnaldo Carvalho, que atua no Jornal do Commercio de Pernambuco. O fotojornalista arrebatou o prêmio com a foto intitulada 'Fome', que mostra a drama da menina Ana Vitória, que perdeu a visão por conta da desnutrição. Conheça os vencedores das demais categorias.

 


por Nilton Fukuda, Seção: Bastidores 12:53:51.

Foto: Dida Sampaio/AE

Foto premiada mostra plantação no cerrado

O repórter fotográfico Dida Sampaio do 'Estado' venceu o IV Prêmio CNA na categoria Fotografia. O prêmio é promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil. Este ano o tema foi 'Abastecimento e renda: o caminho para o futuro da agropecuária brasileira' e Dida ganhou o concurso com uma fotografia intitulada 'Ambiente'. Confira os premiados nas demais categorias.

 


24.11.09

por Nilton Fukuda, Seção: Bastidores 12:41:28.

Fotojornalistas filipinos cerram os punhos enquanto oferecem velas para as vítimas do massacre que matou 46 pessoas até o momento. Entre os mortos há vários jornalistas. Disputa entre grupos rivais em busca do poder na região sul das Filipinas é o principal motivo das mortes.

Foto: Cheryl Ravelo/Reuters

 


17.11.09

por Nilton Fukuda, Seção: Bastidores 17:38:54.

Foto: André Dusek

Não chega a ser um furo de reportagem, mas o furo existe. O repórter fotográfico André Dusek nos mostra que o trabalho do fotojornalista não deve ficar apenas na cobertura formal. O olhar atento é necessário em todos os momentos. O sapato em questão pertence ao presidente da CNI e deputado Armando Monteiro Neto.

 


09.11.09

por Nilton Fukuda, Seção: Fora da página 17:13:43.

30 anos de fotojornalismo e muitas histórias. Este é o resumo do site www.fotocoleguinhas.com de autoria do repórter fotográfico do 'Estado', André Dusek. Ao longo de sua carreira, Dusek reuniu histórias e fotos dos 'coleguinhas', como se autodenominam os jornalistas entre si. Segundo Dusek, o site tem a intenção de mostrar de uma forma divertida pequenos pedaços de uma história recente do jornalismo brasiliense e de outros lugares.

Fotos: André Dusek

Carga pesada: Fotógrafos e cinegrafistas no caminhão do Exército na Esplanada dos Ministérios durante a parada de 07 de setembro de 2006, em Brasília.

 


por Nilton Fukuda, Seção: Bastidores 14:01:24.

Fotos: Tiago Queiroz

Durante o festival de música Planeta Terra realizado em São Paulo no último sábado, repórteres fotográficos foram vítimas de agressão por parte de seguranças do evento. Tiago Queiroz e Renato Luiz Ferreira do grupo 'Estado' e Sérgio Alberti do Diário do Grande ABC sofreram agressões. Além disso, equipamentos foram danificados. A confusão começou ao final do show de Iggy Pop, que conclamou o público a subir no palco. E os fãs aceitaram. A truculência contra os fotojornalistas ocorreu pois os seguranças não queriam que houvesse registro de imagens do incidente.


Agressão contra Sérgio Alberti do Diário do Grande ABC


Iggy Pop durante apresentação


Renato Luiz Ferreira é socorrido após a agressão

 


27.10.09

por Fabio Motta, Seção: Fora da página 16:36:31.

Por Wilton Júnior, Repórter Fotográfico do Estadão Sucursal - Rio de Janeiro:

Uma das formas mais antigas de expressão das comunidades carentes cariocas, as pichações são uma constante nos muros do Rio. As vozes dos moradores da favela, que não têm espaço nos meios de comunicação normal, encontraram visibilidade nesta expressão de arte, que ressalta pensamentos e mensagens coletivas das comunidades carentes.

Nestes dias de violência no Rio, uma em particular me chamou atenção pelo momento em que a cidade vive. Policiais civis realizavam uma operação na favela do Jacarezinho na zona norte da cidade, com objetivo de prender traficantes que teriam participado da guerra entre duas facções criminosas.

O conflito resultou na queda de um helicóptero da Policia Militar. Durante a operação, um policial estava abrigado em um ponto de moto-taxi onde havia a seguinte frase “ Jesus Queremos Paz”. O olhar tenso do policial e o apelo da mensagem , reflete o desejo de todos nós : “JESUS QUEREMOS PAZ”.


Foto: Wilton Júnior/AE

 


23.10.09

por Nilton Fukuda, Seção: Bastidores 18:20:50.

Profissionais de imprensa do Rio de Janeiro ficam no fogo cruzado entre polícia e as facções criminosas. Definidamente, não há quem esteja seguro em meio a esta guerra.

Fotos: Wilton Júnior/AE

 


21.10.09

por Nilton Fukuda, Seção: Bastidores 20:56:06.

A foto abaixo, ou imagem semelhante, foi publicada na capa dos principais jornais do país de hoje (21/10). Certamente a opção por dar ou não a imagem deve ter gerado muita discussão. No primeiro momento, a fotografia choca pela brutalidade exposta. Alguns podem dizer que beira o sensacionalismo. Mas não, ela apenas representa a realidade sem retoques.

A realidade de um Rio submerso em uma 'guerra' que consome vidas todos os dias. Se ao ver a foto, você refletiu sobre a questão da violência, ou algum outro problema correlato, a publicação da imagem cumpriu o seu papel. E se gerou um mal estar, é por que algo está errado de fato. E o problema, definitivamente, não está na foto.

Veja ensaio fotográfico com as imagens dos conflitos no Blog Olhar sobre o Mundo.

Foto: Wilton Júnior/AE

 


19.10.09

por Nilton Fukuda, Seção: Bastidores 19:27:55.

Fotos: Edgard Garrido/Reuters

Após 13 dias "exilado" na embaixada do Brasil em Honduras, o repórter fotográfico Wilson Pedrosa deixa a casa. Durante o tempo em que permaneceu no local, Pedrosa, diariamente enviava fotos que mostravam os bastidores da permanência do presidente deposto, Manuel Zelaya, na embaixada brasileira.

 


14.10.09

por Nilton Fukuda, Seção: Bastidores 18:46:15.

Pássaros descansando em fios elétricos em Santana do Livramento, Rio Grande do Sul, davam a idéia de uma partitura musical. Esta foi a foto que o repórter fotográfico Paulo Pinto publicou no dia 27/08/2009, na contracapa do caderno Metrópole do ‘Estado’.

Foto: Paulo Pinto
Pássaro

Vendo a foto no jornal, o publicitário e músico Jarbas Agnelli teve a idéia de materializar o que a imagem sugeria e assim a foto virou música. Os pássaros viraram foto, que por sua vez virou música e a notícia atravessou o mundo por meio da internet. Agora há quem duvide da veracidade da história e atribua a foto ao Photoshop. Certamente, estes mais céticos, jamais enxergariam “notas musicais” em forma de passarinhos e tão pouco, fariam delas uma música.

Veja a entrevista de Jarbas Agnelli e Paulo Pinto para a TV Estadão:


 


09.10.09

por Nilton Fukuda, Seção: Bastidores 18:05:38.

Na dura rotina da cobertura jornalística em Brasília, um momento de descontração no Palácio. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assume o posto de fotógrafo do planalto e dispara para todos os lados. As três primeiras fotos são de autoria de Ed Ferreira e a última é uma das imagens captadas por Lula.

Fotos: Ed Ferreira/AE

Foto: Luiz Inácio Lula da Silva/PR/Divulgação

 


por Nilton Fukuda, Seção: Fora da página, Bastidores 16:16:41.

No último dia 06, os enviados especiais em Honduras do 'Estado', Wilson Pedrosa e Lourival Sant´Anna conseguiram entrar na embaixada brasileira em Tegucigalpa e por lá permaneceram. Todo o relato deste dia segue abaixo por meio do texto e fotos de Pedrosa.
O primeiro dia
Eram quase 11 horas da manhã quando os soldados da polícia nacional hondurenha nos autorizaram a passar pela primeira barreira para ingressar na embaixada do Brasil em Honduras. O local está ocupado há 14 dias pela comitiva do presidente deposto Manuel Zelaya.

Estou há 12 dias em Tegucigalpa, capital do país e a rotina era de três coberturas diárias que basicamente se resumiam em fotografar a barreira de policiais em frente à embaixada, as coletivas de imprensa do atual presidente Roberto Micheletti e as manifestações dos zelayistas que exigem a sua volta ao poder.

Foto: Lourival Sant´Anna/AE

Pedrosa escoltado por guardas hondurenhos

Ao passar pela primeira barreira e chegar ao check point, enquanto a polícia revistava meus equipamentos, fiquei pensando no quanto desejei entrar na embaixada desde que cheguei a Honduras. Depois de 10 minutos de revista fui autorizado e vi o sonho virar realidade. Entretanto, os guardas ficaram com os dois carregadores dos celulares. Foi o preço que paguei, mas faria qualquer negócio para entrar.

Pisar em “solo brasileiro” em Honduras foi a sensação mais gostosa de toda a cobertura até agora. De cara, vi que tudo é rodeado por seguranças, tanto dentro quanto fora da residência. A impressão que dá é de estar em um quartel, pois a rotina é quase militar. Aqui todos têm uma tarefa, desta forma a ordem e a limpeza são mantidas na casa.

Fotos: Wilson Pedrosa/AE

Lourival passa pela revista antes de entra na embaixada

Ao entrar na embaixada, um dos seguranças me levou até uma escada. Do alto do muro pude avistar o acampamento do exército que cerca os três cantos da casa. Em frente ficam uns 20 policiais se revezando dia e noite. Visitei todos os cômodos, ou melhor, quase todos, pois o de Zelaya está na maior parte do tempo trancado e com seguranças de plantão. O presidente deposto aparece poucas vezes, mas quando circula entre os jornalistas se deixa fotografar sem problemas.


Militares monitoram dia e noite a embaixada brasileira

No segundo piso da casa tem uma sala de imprensa improvisada. Há dez jornalistas na embaixada, contando comigo e com o repórter Lourival Sant`Anna - também do Estadão, os mais novos “hóspedes”. No local tem uma estante no canto onde ficam os alimentos e alguns produtos de primeiras necessidades. Um sofá de três lugares é objeto mais disputado entre nós.

Durante o dia, todos se revezam no espaço transmitindo suas matérias. Já de noite, nossa redação se transforma em dormitório. Temos cinco colchões de ar, do tamanho dos de casal, que dividimos. A polícia não nos deixou entrar com muitas coisas. Meus pertences pessoais resumem-se a duas camisetas, duas cuecas, duas meias e só.


Zelaya em seu "gabinete" recebe aliados em reunião

De noite, após o banho gelado, fui dormir. Foi quando Zelaya passou por nosso dormitório improvisado dando-nos boa noite e informando a agenda do dia seguinte. Às 7 horas da manhã já tinha reunião que aconteceu no quarto onde o presidente deposto dorme. E assim foram meus primeiros momentos na embaixada brasileira e certamente a história não para por aqui.

Observação: No texto inicial informamos que os jornalistas do 'Estado' eram os únicos brasileiros na embaixada. Na verdade essa informação não era correta. Na companhia, como informou nosso leitor Frederico Felix, estava o repórter da Folha de S. Paulo, Fabiano Maisonnave.

 


01.10.09

por Nilton Fukuda, Seção: Bastidores 18:17:09.

Foto: Joel Silva/Folha Imagem

Wilson Pedrosa, enviado especial do Estadão em Honduras, utiliza máscara de proteção contra gás lacrimogêneo.

 


16.09.09

por Nilton Fukuda, Seção: Homenagem 17:06:09.

Foto: Vidal Cavalcante/AE
VIDAL
Por do sol na praia Porto das Dunas,Fortaleza - CE.

A foto é simples, mas tem uma marca: Vidal Cavalcante. Há quase dois anos Vidal está fora do dia-a-dia por conta de problemas de saúde, mas ele está bem. Atualmente ele mora em Fortaleza no Ceará e no tempo livre produziu esta fotografia que foi publicada na coluna Cena, na contracapa do caderno Metrópole do Estadão de ontem (15/09/2009). Para os que conheceram Vidal, republicamos a imagem para matar saudades. Abaixo, a foto de Hélvio Romero em recente visita a Vidal.

Foto: Hélvio Romero/AE
HELVIO

 


10.08.09

por Fabio Motta, Seção: Bastidores 12:52:49.

A cobertura da pandemia de gripe suína requer cuidados especiais também dos profissionais de imprensa. Para visitar hospitais e conversar com pessoas que têm sintomas da gripe, repórteres e fotógrafos têm recorrido a máscaras descartáveis e atenção redobrada para não se contaminar. Afinal, o objetivo é contar a história, não se tornar parte dela. Na semana passada, eu juntamente com outros coleguinhas da profissão fui além das máscaras. Fotógrafos e cinegrafistas de outros veículos tiveram de usar aventais, toucas e sapatilhas para entrar na fábrica de medicamentos da Fundação Oswaldo Cruz (Farmanguinhos), na zona norte do Rio. Para registrar o trabalho emergencial dos funcionários que se esforçam para produzir os remédios distribuídos aos infectados pelo vírus H1N1 nos hospitais públicos, tivemos que nos proteger para evitar a contaminação dos fármacos que serão usados para salvar vidas.

 


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Blog da equipe de Fotografia do Estadão





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